Amor à primeira vista

Existe amor à primeira vista? Bem, esta costumava ser uma pergunta recorrente quando o assunto era paixão, e creio que ainda seja. Afinal, os mitos e as lendas persistem. Cupido, o deus do amor, remonta à Grécia Antiga. Asseguram-nos os gregos dos velhos tempos que Cupido era uma linda criança alada e armada de arco e flechas, que voava pelo mundo e feria, por acaso, os mortais. Estes, uma vez atingidos por uma das flechas desse deus criança caiam apaixonados, doentes de amor.

Da criatividade dos gregos ninguém duvida. Tampouco sua proverbial sabedoria é questionável e, no caso, chama a atenção o fato de o deus do amor ter sido caracterizado como uma criança alada e armada, portanto, potencialmente capaz de realizar grandes estragos, partindo-se da premissa de que infância e irresponsabilidade andam juntas. Cair apaixonado, doente de amor, portanto, já era um estado diagnosticado pelos velhos gregos que, inclusive, explicavam esse insólito acontecimento como efeito do veneno das flechas do pequeno deus e suas costumeiras travessuras.

 

Assim, apaixonar-se perdidamente não é privilégio dos tempos presentes, mas uma persistência que mereceu, dos antigos gregos, elevação ao caráter lendário. Um belo status, convenhamos. Mas e você? Já se apaixonou à primeira vista? Eu, com certeza, não. Imunidade total às flechadas do pequeno deus brincalhão. Todavia, sei de um caso que, seguramente, só posso atribuir às peraltices de Cupido, porque outra explicação, com certeza, não encontro. Um caso tão peculiar, que penso que merece ser contado. E, para bem contá-lo, desde já, peço vênia à minha prolixidade de estilo, algo que julgo essencial quando tudo, na narrativa, depende de certos detalhes.

Pois bem. O ano era 1969. César, que mais tarde ficou conhecido como um libertino de primeira ordem, era ainda um jovem de pouco mais de 20 anos que, apesar de gaúcho nascido na capital, era frequentador assíduo da casa da avó materna situada no interior do estado.

A vida nas pequenas cidades do Rio Grande do Sul era, à época, muito bem regrada e previsível. Cidade pequena e tradicional: a praça, a Prefeitura, a Câmara Municipal e a Igreja, no caso, a Romana. No desenho urbano, as casas das principais famílias situavam-se na área central. Depois vinham os bairros habitados por quem até tinha dinheiro, e que, apenas por conta disso, desfrutava de algum prestígio, mesma área na qual se distribuíam os templos das demais confissões religiosas. Por fim, a periferia, que era eminentemente rural, ocupada por pequenos produtores. Discretamente situada a alguma distância de tudo isso, emergia o casarão que marcava a chamada zona do meretrício. No caso, uma casa “clássica”, dominada por uma velha cortesã que jamais dispensava a luz vermelha do lado de fora nem a compostura do lado de dentro, porque proibia certos comportamentos que somente nos quartos eram admitidos. Estava assim, portanto, garantida a respeitabilidade de todos os cidadãos de bem e de suas muito respeitáveis famílias, dentre as quais, aquela à qual o jovem César pertencia.

 

Dessa antiga e tradicional família, um dos mais destacados membros chamava-se Adão, ou melhor, tio Adão, como César o tratava desde criança. Não obstante a relação entre tio e sobrinho possa fazer presumir certa hierarquia, entre César e seu tio Adão a diferença era de pouco mais de 10 anos. Sendo o tio não muito mais velho que o sobrinho, é natural que os laços entre eles se estreitassem com o convívio, resultando daí não apenas uma grande amizade, mas também companheirismo e cumplicidade.

 

César cresceu sob a proteção do tio Adão. Com ele aprendeu a dirigir, a jogar bola, a brigar na rua, a dar as primeiras tragadas em um cigarro, a tomar o primeiro porre. Aprendeu também a cantar, dançar e frequentar assiduamente o prostíbulo da cidade desde a tenra idade de 12 anos, tudo graças à fama e ao renome do tio Adão, famoso por suas lendárias façanhas não só na zona da cidade como também nos demais puteiros dos arredores. Poupemo-nos de formular juízos de valor acerca de práticas que, afinal, já foram tradicionais no interior deste estado. Assim criavam-se os meninos naquele tempo. Devo acrescentar, todavia, que havia os bons exemplos. Com o tio, César também aprendeu a importância de se expressar corretamente, a de dominar a linguagem e, sobretudo, a de comportar-se com elegância em qualquer ambiente.

Com muitos predicados, tio Adão ― jovem ainda, mas já estável profissionalmente ― não demorou a se casar com uma moça de boa família que logo lhe deu filhos, enchendo a casa de belas crianças, para seguir à risca os protocolos da tradição.

Ora, descrito o cenário e os personagens, estando o leitor já devidamente aclimatado, vamos aos fatos, porque, afinal, esta história pretende, na verdade, é falar do tal amor à primeira vista.

Pois bem.

Certa feita, cumprindo a rotina dos almoços domingueiros com a família, aconteceu, enfim, algo bastante insólito. Estavam Tio Adão, sua excelentíssima esposa e todos os filhos do casal reunidos à mesa de uma tradicional churrascaria da cidade. Instalados nos devidos lugares, pouco antes da escolha das bebidas, tio Adão lançou um longo olhar à sua volta para cumprimentar amigos e conhecidos que, no caso dele, eram muitos. Nesse momento, notou que no local uma das mesas estava ocupada por um casal que ele nunca vira antes. A mesa ficava perto o bastante para ele reparar que se tratava de um casal bem arrumado. A mulher era muito elegante. Tio Adão demorou nela o olhar, reparando nos gestos, no cabelo, no porte, na serenidade da expressão de um rosto maduro, porém, de discreta e clássica beleza. Ela parecia atenta à taça de vinho tinto, enquanto tio Adão se sentia já como que hipnotizado, desejando ardentemente que ela olhasse para ele, o que não demorou muito.

Pois bem, quando os olhos de ambos se encontraram, imediatamente, alguma coisa aconteceu entre eles. Não foram necessários mais do que alguns segundos para que o veneno da flechada certeira de Cupido fizesse efeito. Apaixonaram-se. Não, leitor, eu não estou exagerando. Mantenho-me, nesta escrita, inteiramente fiel às palavras que o próprio tio Adão confidenciou a César que, por sua vez, muitos anos depois, me contou.

Mas, voltando aos fatos, como eu disse, era um almoço de domingo, e os protocolos deveriam suceder-se do modo usual. Bebidas nos copos, tão logo servida a entrada, tio Adão pediu licença para lavar as mãos. Pouco antes de erguer-se, apenas com o olhar, fez com que seu mais novo amor de algum modo compreendesse que ele faria uma discreta aproximação e que ela deveria ficar atenta. E fez isso, aliás, com maestria, ao passar bem perto da mesa do casal, deixando cair seu cartão de visita ao passar, devagar, ao lado da mulher sem que o marido ― ocupadíssimo em trinchar e saborear uma bela e generosa lasca de picanha ― pudesse sequer desconfiar.

Prevenida pelo diálogo mudo que mantiveram, ela não foi menos discreta do que ele. Soube-se depois que, simulando um descuido, ela deixou cair o guardanapo e, ao erguê-lo do chão, rapidamente leu o nome e a profissão de advogado impressos no cartão.

Na volta do toalete, bastou que tio Adão parasse em frente ao casal afetando lembrar-se deles com certeza, mas sem conseguir atinar de onde. Foi quando ela, em brilhante improviso ― sinceramente, nós mulheres, somos imbatíveis nisso ― criou uma história na qual pôde identificá-lo pelo nome e pela profissão de advogado, que, aliás, teria atuado brilhantemente na defesa de conhecidos. Foi citando pessoas da cidade na qual o casal residia e, efetivamente, não foi difícil ligar o Doutor Adão a famílias conhecidas. A conversa ganhou a simpatia do marido ― um homem muito educado e tranquilo ― e foi fácil, a partir daí, que concordasse em sentar-se à mesa do tio Adão.

Como o restaurante era um lugar conhecido e acolhedor, não houve nenhuma dificuldade para que os garçons, de maneira muito competente, procedessem à reunião das mesas. E foi assim que, na troca de lugares, a cadeira do tio ficou de frente à cadeira de sua já muito amada amante. Conta ele que a troca de carícias e o trançar de pernas e pés por baixo daquela insuspeita mesa foi algo deveras alucinante. O almoço prolongou-se com sobremesas, café e cigarros. (Naquele tempo, os chatos não tinham voz nem vez, e todo mundo fumava muito à vontade, ora!) No momento das despedidas, as famílias já eram velhas amigas.

Naquele mesmo domingo, à noite, tio Adão convocou o sobrinho Cesar para uma missão. Viajar muitos quilômetros ao volante do luxuoso Galaxie 500 do tio, o único na região, ganho a título de honorários advocatícios pela absolvição de um réu em júri popular. Assim começou esse caso de amor à primeira vista que se prolongou ― acreditem ― por mais de vinte anos. O mais impressionante é que os casais originais nunca se separaram e ninguém jamais desconfiou de nada.  As famílias tornaram-se amigas. Apesar de morarem em cidades diferentes, passaram a reunir-se nos períodos de férias escolares, dividindo casas na serra e na praia. Adão e Adélia ― este era o nome dela ― mantiveram-se serenamente apaixonados e irresistivelmente atraídos um pelo outro durante todo esse tempo. Encontravam-se sempre que podiam, com ajuda de César, que articulava as desculpas e arrumava justificativas adequadas e insuspeitas das quais ninguém jamais desconfiou.

Os encontros só terminaram quando o tio Adão adoeceu gravemente e sofreu tristes consequências de uma diabetes descontrolada. Muito deprimido desde então, lamentava-se com o sobrinho ― único que conhecia o grande segredo de seu coração ― que ele não se sentia mais como homem, porque incapaz de dar para Adélia o que entendia ser o melhor dele.

― Pois então, César, eu mal posso comigo agora. Estou fraco, doente e acabado como homem. Não vou exigir de Adélia que me ature desse jeito.

Por mais que César tentasse consolar o tio, argumentando com ele que Adélia continuava a querê-lo bem, nenhum argumento foi suficiente. Daí em diante, a amizade entre as famílias permaneceu, mas os encontros secretos de Adão e Adélia cessaram. Ainda assim, César assegurou-me de que era bonito perceber, por vezes, a cumplicidade que se escondia por trás de certos gestos, olhares e palavras que eventualmente, os amantes trocavam entre si, enquanto desempenhavam cada um o seu papel de marido e de esposa junto aos seus respectivos companheiros.

Devo acrescentar que conheci pessoalmente o tio Adão por volta de1990, pouco antes de ele adoecer gravemente. Causou-me ótima impressão. Era um homem muito elegante e distinto, sobretudo pela maneira segura como se expressava. Alto, moreno e forte sem ser gordo, ele sorria pouco e olhava para todos nos olhos, sempre com altivez. Dono de uma voz magnífica, que uma oratória notável só fazia por refinar, é fácil descobrir por que tio Adão adquiriu grande renome por conta dos muitos júris populares que realizou como advogado criminalista. Fora isso, falava ao vivo na rádio local sempre como convidado assíduo. Dava gosto ouvi-lo, aliás. Sabia como conferir ao sotaque gaúcho ― que muitos por aqui fazem soar de maneira exageradamente cantada ― uma assertividade que soava sempre persuasiva e poética.

Esta história é real e, para mim, comovente. A partir dela penso que a vida, muitas vezes, corre como um rio a céu aberto, sempre rumo ao mar; outras vezes, porém, essas mesmas águas, tornadas mais densas, percorrem subterrâneos caminhos, secretas passagens, nas quais, muitas vezes, a verdade, por conveniência, é obrigada a se esconder.

                                                                                           Por Maristela Bleggi Tomasini

 

Bel Cosméticos: 80 lojas em 10 estados até o final do ano

Conciliando com os festejos juninos, foi dia de almoçar com o Big Boss Ivo Barbosa dono da Bel Cosméticos. O périplo dos amigos Antália e William Riley durante o mês de junho. Em tarde de bons charutos, os irmãos, competentíssimos médicos, Marcos e Luiz Mariano, com o filho de Luiz, o ovelha negra, Eng.º Lucas Laranjeira. A cantora Celine Dion, de 56 anos, fez seu retorno ao tapete vermelho. Carlos Amorim comemorando em família, os 67 anos, na grande maioria envolvido na produção musical. O chansonnier Renaud Séchan e Christine Marot, carinhosamente apelidada de Cerise, disseram sim. Ele 72 e ela, 42. Da Plantão, a mais tradicional e completa Farmácia de região, os empresários, Lúcia e Erivaldo Moreira, em jantar abençoado pela luz do luar! Cristina Batelli nos encheu de saudades ao postar em suas redes sociais, fotos dela e do Ciro.

Salute Ivo – Conciliando com os festejos juninos, foi dia de almoçar com o Big Boss Ivo Barbosa dono da Bel Cosméticos. A empresa já está presente em dez estados do país, com mais de setenta lojas e tem como objetivo atingir oitenta unidades até o final deste ano. Os planos de expansão incluem aberturas em locais estratégicos, como a loja dentro da Ferreira Costa, em Salvador e, no Rio de Janeiro, mais uma loja de Rua, dessa feita em Copacabana, lembrando que, há menos de seis meses, foi aberta uma ampla e confortável loja de rua em Ipanema. Apesar de muito trabalho, o empresário sempre encontra um espaço na agenda, para confraternizar com velhos parceiros e amigos. Salute Ivo!

Bons momentos – O périplo dos amigos Antália e William Riley durante o mês de junho, comtemplou o aniversário do genro Eduardo em Sidney, depois de escalas no Chile e Nova Zelândia, além de visitas a vinícolas em Adelaide, muitas risadas, planos e bons vinhos, ao lado de filhas e genros, Melissa, Eduardo, Karen e Nick. Dias de convívio entre pessoas queridas e de aproveitar as coisas boas da vida juntos!

Ovelha negra – Em tarde de bons charutos, os irmãos, competentíssimos médicos, Marcos e Luiz Mariano, com o filho de Luiz, “o ovelha negra”, Eng.º Lucas Laranjeira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diva – A cantora Celine Dion, de 56 anos, fez seu retorno ao tapete vermelho na estreia do novo documentário “I Am: Celine Dion” no Alice Tully Hall, em Nova York. Celine estava acompanhada pelo filho de 23 anos, Rene-Charles Angelil, além da diretora do documentário, Irene Taylor Brodsky, e da executiva da Amazon Studios, Jennifer Salke.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

67 anos no som – Carlos Amorim comemorando em família, os 67 anos, na grande maioria envolvido na produção musical. Na oportunidade também comemora a abertura do estúdio da CMA Digital, com equipamentos de primeiro mundo e preparado para produzir som da melhor qualidade para todos os segmentos musicais.

 

 

C’est la vie – O chansonnier Renaud Séchan e Christine Marot, carinhosamente apelidada de Cerise, disseram sim, no juizado do 14º arrondissement de Paris em uma cerimônia que contou com a presença de dezenas de celebridades como como os cantores Bénabar, Vianney, Dave e Hugues Aufray, os atores Jean-Paul Rouve e Philippe Lellouche, os comediantes Laurent Baffie e Christophe Alévêque, e também o médico de emergência Patrick Pelloux, entre outros… Suas testemunhas de casamento eram ninguém menos que Pierre e Bloody. O grand monde francês ficou muito agitado, especialmente ao comentar a diferença de idade entre os nubentes. Ele, 72 e ela 42. C’est la vie!

 

Da Plantão, a mais tradicional e completa Farmácia de região, os empresários, Lúcia e Erivaldo Moreira, em jantar abençoado pela luz do luar!

Saudade – Cristina Batelli nos encheu de saudades ao postar em suas redes sociais, fotos dela e do Ciro, que na data, comemorava níver. Ele, no céu e nós, aqui na terra, lembrando os bons momentos vividos ao lado desse inesquecível amigo e legitimo gentleman!

Mariá Matias: a fibra de uma mulher à frente do seu tempo

O casamento de Mariá e Jayme

As minhas lembranças são esparsas, porém ricas. Lembro o casarão da Rua de Cima onde ela, meus tios e alguns dos meus irmãos nasceram. Lembro-me do fogão de lenha na cozinha que ficava separada do corpo da casa e em volta do qual nos sentávamos para comer “capitão”, nada mais que bolinhos de feijão com farinha e carne seca desfiada que manipulávamos e mergulhávamos no molho de pimenta malagueta sob risos e prazeroso ardor. Minha mãe Mariá, quanta falta você faz a todos os seus filhos!

Casarão da Rua de Cima, onde ela nasceu

MATÉRIA PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 01/01/2015 QUANDO ELA FARIA 89 ANOS.

Como é difícil escrever sobre alguém tão especial; única. Para seus inúmeros amigas e amigos ainda vivos, um passeio sobre a breve trajetória desta mulher que foi um símbolo da sua época na então pequena Euclides da Cunha comandada por meia dúzia de famílias importantes, entre as quais, a dela. Para as novas gerações, um exemplo de sabedoria, doçura e bondade.

Vivemos inicialmente na casa da Rua de Cima sob a proteção do meu poderoso e severo avô, o então Delegado de Polícia Joaquim Matias, ali naquela enorme casa com um quintal repleto de fruteiras, um banheiro já com torneira no teto e muita fartura, vivi as traquinagens da primeira infância subindo em arvores, tomando banho de chuva, brincando de esconde-esconde e descobrindo o abecedário sempre sob o olhar vigilante de “mãinha” e a corujice da minha Tia Railda, uma das primeiras “Professoras Formadas” da cidade.

Minha mãe era uma mulher de pequena estatura, porém falsa magra. Tinha um corpo bonito e admirado. Vivia cercada de pessoas modestas que foram suas primeiras serviçais e ela transformou em grandes amigas. Gina do Joel, Alice do Catarino, Salu, Madrinha Simpliça e muitas outras cujo nome não me vem à memória. A todas era garantida a alimentação do dia e aos sábados uma feira suplementar.

Além dessas, Dona Glória de Antonio André, que também nos deixou muito cedo provocando um enorme vazio em minha mãe. Era também muito forte a amizade com Dona Mandinha mulher de Teófilo Dantas, adversário político de meu pai, mais tarde amigo e admirador. Do mesmo grupo fazia parte Dona Darcy, hoje viúva de Benevides, viva e saudável como Dona Mandinha. Do mesmo quilate era a amizade como casal Nelson Soldado e Edelzuita, com Maria José e Miguel Ferreira, com Dona Lindu mulher do barbeiro Anacleto e muitas outras pessoas cujo nome o tempo me embaçou.

Mariá era unanimidade!

Saímos do casarão da Rua de Cima quando meu pai começou a construir sua independência. Fomos morar na Rua Oliveira Brito ao lado da casa de José Lourenço onde ainda hoje mora sua filha Perpetua, em uma casa geminada de propriedade de um cidadão de nome Abdon. Nessa casa me lembro de um episódio marcante. Minha mãe excelente cozinheira preparava para levar ao forno, tabuleiros com deliciosas bolachinhas de goma. Eu sempre traquino, insistia em comer a massa ainda crua. Depois de várias ameaças de um castigo mais severo caso eu insistisse em comer a massa crua, recebi o tabuleiro inteirinho na cabeça, igualzinho àqueles filmes de pastelão. Em seguida ela me limpou docemente e caímos na gargalhada.

Praça Duque de Caxias nos anos 60

Da casa de Abdon mudamos para a casa da esquina da Praça Duque de Caxias que posteriormente pertenceu a Dedes Canário e hoje foi reconstruída para atender a fins comerciais. Ali nasceu meu irmão Carlinhos. Da calçada da casa, ao lado dela e de Dona Patu, outra amiga dileta, assisti apavorado uma tragédia grande demais para uma criança. A praça não era calçada. O chão vermelho batido em tempo chuvoso gerava uma lama que tingia carros e roupas dos transeuntes. No calor, a poeira levantava e causava efeito similar. E foi num dia de calor que numa contenda pessoal, o cabo Bandeira sob latidos e grunhidos da Sereia, cadela de Fenelon assassinou no centro da praça, exatamente onde está o Valdélio com a máquina fotográfica, o Dãozito genro do cabo Guinho.

Casa que posteriormente pertenceu a Dedes Canário

Aquela imagem até hoje não saiu da minha mente e foi responsável por vários dias dormindo agarradinho com a Mariá.

Da casa da Duque de Caxias voltamos para o casarão da Rua de Cima, agora dividido em duas casas em função da partilha dos bens da minha falecia avó Amélia Pinheiro Matias. Nessa casa foi curta a nossa estada. Se não me falha a memória ali nasceu o sétimo filho de Mariá, a menina Selma, minha irmã caçula.

Agora meu pai se firmara como um dos homens mais bem-sucedidos da cidade. Como tal, adquiriu uma das casas de Teófilo Paiva Guimarães na Rua Otavio Mangabeira, prosaicamente apelidada de Rua dos Ricos. Mãinha agora era só felicidade. Voltara a morar ao lado de suas duas grandes amigas, Mandinha e Darcy e finalmente tinha a casa que sonhara com um jardim florido que se transformou em inspiração póstuma para um poema de meu pai “Estão tristes as flores do nosso jardim”.

A foto é na casa da Rua Otávio Mangabeira (Rua do Rico). Curiosamente, não aprece nela, o meu irmão Humberto que veio a falecer tragicamente seis anos após a morte da nossa mãe. Na sequência, eu, minha irmã Célia, Joalda Dantas, meus irmãos Carlos e Adelço e minhas irmãs Amélia (de macacão) e a caçula Selma. Ao fundo

Os filhos de Mariá

aprece em parte, nossa mãe Mariá!

Nesse período entrei na adolescência e testei aí a imensa paciência de minha mãe que se desdobrava para manter um mínimo de harmonia entre mim e meu pai. E quanta paciência!

Mais o que havia de mais especial nessa mulher era algo que à época já estava em extinção; amor. Pelos filhos, pelo marido, pelo pai, pelos irmãos, e principalmente pelas pessoas mais humildes… ela transbordava esse sentimento, talvez a compensação por uma vida tão breve.

No dia 15 de agosto de 1971, aos 45 anos de idade ela nos deixou. Sua última lição veio com todas as portas da cidade se fechando na passagem do seu cortejo fúnebre. Entre elas a de um ferrenho desafeto do meu pai.

A lápide

Doce e pequena Mariá, minha mãe! Quanto tempo perdi ficando longe de você. Como foi importante e eternamente marcante o tempo que convivemos. É o que restou de bom em mim.

40 anos de Plantão

 

Instalada há 40 anos na Av. Almerindo Rehem, em Euclides da Cunha, a Farmácia Plantão, a pioneira da cidade, comemora ampliando a sua área física e aglomerando, em prédio próprio, área para escritórios, consultórios para especialidades médicas, ótica, caixa expresso Bradesco e ponto de coleta para o tradicional laboratório Aslo, de Serrinha. “A nossa farmácia, a Plantão, funciona como um centro de serviços de saúde. Nós, ao contrário da grande maioria dos estabelecimentos do mesmo ramo na cidade, não nos preocupamos apenas em vender medicamentos. Nós damos toda assistência ao nosso cliente”. – Afirmam os proprietários, Lúcia e Erivaldo Moreira, que também anunciam novos projetos para o edifício sede de todas as atividades, o Medclin.

Qual a diferença entre a sua farmácia e as outras que existem em Euclides da Cunha. O que você tenha a mais para oferecer?

Existe diferença entre uma farmácia e uma casa de vender remédio. A nossa farmácia, a Plantão, funciona como um centro de serviços de saúde. Nós, ao contrário da grande maioria dos estabelecimentos do mesmo ramo na cidade, não nos preocupamos apenas em vender medicamentos. Nós damos toda assistência ao nosso cliente. Aferimos a pressão, aplicamos injeção com profissionais capacitadas e autorizadas pela Vigilância Sanitária, orientamos quando necessário, que o cliente procure o médico, colocamos brincos, recarregamos celulares, que também é um serviço e, com essa nova área ampliada, onde mais que dobramos o tamanho das nossas instalações, temos atendimento para exames clínicos, através do tradicional Laboratório Aslo e também, no anexo, salas estão sendo ocupadas por médicos , com atendimento em diversas especialidades.

Antigamente, Euclides da Cunha, tinha dois ou três farmacêuticos, que estabeleciam com a comunidade, uma relação do tipo que o barbeiro estabelece com a sua clientela. Uma relação de confiança. Era assim com Sr. Leonel, com Juviniano, que me lembre. É mais ou menos, esse tipo de relação que você estabelece com seus clientes?

Hoje, somos os pioneiros em Euclides da Cunha. Quando chegamos aqui, havia a farmácia de D. Júlia, herdeira de Sr. Leonel e Juviniano, além de D. Lenice, já de outra geração. Os primeiros já estão em outro plano e D. Lenice deixou o ramo. Portanto, a Farmácia Plantão é hoje, a pioneira da cidade. Nasceu há exatos 40 anos. E são 40 anos de muito bom relacionamento com a comunidade que confia muito na gente.

Erivaldo, a Farmácia Plantão está no mercado há 40 anos, quando você, empresário, ao lado de Lucia, sua esposa, entraram no ramo. Nesses 40 anos, você criou e encaminhou os filhos, tem uma situação financeira confortável, uma boa morada e mesmo assim, resolveu se sacrificar e viajou todos os finais de semana durante quatro anos, para fazer um Curso Superior de Farmácia em Paripiranga, a quase 200Km de Euclides da Cunha. O objetivo foi apenas economizar o pagamento de um profissional de farmácia que precisa ser responsável legal pelo estabelecimento?

 

Não. Em absoluto! Investi na carreira apenas para aperfeiçoar o atendimento da Farmácia Plantão. Na verdade, todas as farmácias têm um responsável técnico que não precisam estar necessariamente à frente do atendimento. A Plantão, é uma farmácia que se destaca pela excelência do atendimento, um atendimento humanizado. Além das nossas profissionais bem treinadas, Lúcia e eu, sempre estamos aqui par dirimir dúvidas, orientar, dar apoio moral, assistir o nosso cliente. Como disse antes, nós não somos apenas vendedores de remédio. Temos uma farmácia moderna, com um atendimento à antiga, no melhor sentido da palavra. Como se atendia antigamente; com amor. Só para lembrar, a relação dos antigos donos de farmácia com a comunidade, era tão intenso, que um deles, Juviniano Gomes, terminou se elegendo prefeito de Euclides da Cunha. E, para continuar na área de saúde, além do meu diploma de farmacêutico, Nicole, nossa filha, acabou se diplomar em Medicina.

ASLO O BOM PARCEIRO

 

O Laboratório Aslo oferece serviços de exames médicos abrangentes, com qualidade comprovada e experiência adquirida por anos de atuação.  Localizado na cidade de Serrinha-BA, é o mais novo parceiro da Farmácia Plantão, onde mantem um ponto de coleta para exames como:

Biopsia

Exame do Pezinho

Exames Laboratoriais

Paternidade

Toxicológico

 

 

 

 

 

 

 

 

O Aslo cuida dos procedimentos, desde a coleta até a entrega dos resultados, sejam eles online ou pessoalmente nas unidades físicas.

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                              Por Celso Mathias

Retrospectiva 2023

 

A coluna encerra um ano de altos e baixos, registrando fatos e gente do seu amplo universo. Lucia e Erivaldo Moreira. Carlos Amorim fecha o ano consolidando a CMA Digital. E, ao falar de sucesso e executivos, é bom registrar o nome de Luciano Rodrigues. Há três anos como delegado federal e quatro como delegado da Polícia Civil da Bahia, Luiz Henrique Costa, comemorou com a esposa, a procuradora federal, Ana Carolina Tinelli. Do outro lado do Atlântico, em Lisboa, o querido casal, Filomena Bordalo e Rodrigo Croft. Também em Portugal, João José Barroso Ferreira, ilustre cidadão que dirigiu importantes hotéis no Brasil. Celso Mathias, entre os irmãos Bastos; Zezé, Ivan e Rubinho. Um brinde com o Professor Miguel Abreu, com quem dividimos as agruras e os cascavéis do dia a dia! Dividindo-se entre Brasília e Jampa, Ubirajara Formiga, sempre pontua nos lugares chiques das duas capitais. Péricles Gomes e Tiago Pavinatto na Casa do Porto. Major Duarte e Paulo Marques; dois exemplos de cidadania. Sidney, Paris, Bordeaux, Bolonha, Assunção, Orlando, Cingapura… Anatália e William Riley. Marcantes – Karol e Luiz Mariano Filho, com o pequeno Luiz Mariano Neto. Denise e Renato Savaris. Eles produzem na Serra Gaúcha, o melhor vinho de guarda do Brasil. Ausência cada vez mais presente, o empresário, João Costa soares, um realizador, deixou marca indelével por onde passou. Uma falta que se acentuou em 2023!

Plantão – Lucia e Erivaldo Moreira comemoram, além do registro dele, no CRF-BA – Conselho Regional de Farmácia, a graduação em Medicina, da filha do casal, Nicole Teles Moreira. Lúcia e Erivaldo comandam a tradicional Farmácia Plantão, além de outros empreendimentos. Família nota 1.000!

Showbizz – Carlos Amorim fecha o ano consolidando a CMA Digital. É o resultado de mais de quarenta anos atuado no showbiz. Em novembro, ele se reuniu em São Paulo, com Ben Patterson presidente da divisão de serviços para artistas e gravadoras de Downtown e Marcos Chomen, diretor da Downtown Music Brazil!

 

 

 

Comemorando – Há três anos como delegado federal e quatro como delegado da Polícia Civil da Bahia, Luiz Henrique Costa, comemorou com a esposa, a procuradora federal, Ana Carolina Tinelli, os sete anos de atividade. Luiz, que foi delegado em Euclides da Cunha, tem feito incursões enogastronomicas de extremo bom gosto. A comemoração, foi no Refúgio, a nova casa de Péricles Gomes, na Alameda Lorena!

 

 

 

 

 

 

 

 

Muita competência – E, ao falar de sucesso e executivos, é bom registrar o nome de Luciano Rodrigues, gerente geral da rede Bel Cosméticos, empresa vitoriosa com mais de 70 lojas espalhadas em 10 estados da federação. Muita competência!

 

 

 

 

 

 

Queridos – Do outro lado do Atlântico, em Lisboa, o querido casal, Filomena Bordalo e Rodrigo Croft, são sempre lembrados pelas mascotes da casa, os também queridos felinos, Rodrigo e Filomena!

Mais queridos – Também em Portugal, João José Barroso Ferreira, ilustre cidadão que dirigiu importantes hotéis no Brasil, em foto com os filhos, Joao Luís e Verena, residentes no Brasil e o arquiteto Miguel, residente na terrinha com as filhas as escoteirinhas, Leonor E Carolina, também muito queridos!

Reminiscências – Celso Mathias, entre os irmãos Bastos; Zezé, Ivan e Rubinho. Dionísio Nóbrega, entre os irmãos Tidinha, José e João. Um tempo não tão longe, mas que parece muito distante!

                         Um brinde com o Professor Miguel Abreu, com quem dividimos as agruras e os cascavéis do dia a dia!

 

 

 

 

 

 

 

 

Cheers – Dividindo-se entre Brasília e Jampa, Ubirajara Formiga, sempre pontua nos lugares chiques das duas capitais e sabe, como ninguém, contar boas histórias, sobre andanças pelo mundo, Cheers, amigo!

 

 

 

 

 

Refúgio – Péricles Gomes e Tiago Pavinatto na Casa do Porto, a melhor loja de vinhos de Sampa, que agora ganhou um anexo, o fantástico Refúgio, um restaurante que vale 6 estrelas. Sucesso Péricles!

Exemplos – A juventude e a determinação do Major Duarte, então comandante de policiamento do 5º Batalhão de Polícia Militar da Bahia, em seguir o rigor da lei. A experiência, a coragem, determinação e a vitalidade do cidadão Paulo Gomes Marques aos 92 anos, merecem um registro muito especial!

É preciso saber viver – Sidney, Paris, Bordeaux, Bolonha, Assunção, Orlando, Cingapura… Anatália e William Riley, ainda encontraram tempo para abraçar um amigo em Euclides da Cunha, passaram por Monte Santo, onde ele foi apresentado como ator que representaria Luiz Gonzaga em uma produção para o cinema Inglês (e todo mundo na cidade acreditou) e encerraram a temporada em Salvador. Iniciam 2024, com a filha Daniele e os netos, Ana Clara e Bernardo, em uma viagem rodoviária, por diversas cidades da Europa. É preciso saber viver!

 

Marcantes – Karol e Luiz Mariano Filho, com o pequeno Luiz Mariano Neto. Presenças marcantes onde chegam. De Paris a Montevideo, eles sabem o que é bom e onde encontrar!

 

 

 

 

Vinhos – Denise e Renato Savaris. Eles produzem na Serra Gaúcha, o melhor vinho de guarda do Brasil, O Biografia, além dos excelentes espumantes da mesma linha e ainda, os Vezzi, espumantes leves e de excelente relação preço/qualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ausência cada vez mais presente, o empresário, João Costa soares, um realizador, deixou marca indelével por onde passou. Uma falta que se acentuou em 2023!

                                                                                           Por Celso Mathias

 

Semeando: onde cuidar da sua criança

Os empresários, Joane e Gillon Dionísio com os filhos, Heloísa e Bento

 

 

 

A empresária Joane Soares Dionísio, inaugurou, na última sexta-feira, 06/10, Rua Napoleão Costa de Souza no Bairro Jeremias, a Clínica Semeando, um espaço com várias especialidades, destinado ao atendimento de crianças e apoio aos seus familiares. Para operacionalizar a instituição, foi estabelecida uma parceria com a Multivacinar, clínica que atua há muitos anos na região e dona de experiência consagrada em atendimento de saúde.

 

 

 

No discurso inaugural, a empresária destacou o seu entusiasmo e dedicação para criar um lugar tão especial como a Semeando, onde as crianças e suas famílias podem receber apoio e cuidado com empatia e carinho. Segundo a visão da empresária, a Clínica Semeando, é um local onde as preocupações e medos das crianças se dissipem e as famílias podem se sentir acolhidas.

“Sei que é um desafio e uma responsabilidade enorme, mas estou disposta a dedicar todo o meu empenho e paixão a esse projeto. É mais do que um negócio para mim; é uma missão, um compromisso”, afirma a empresária.

A variedade de especialidades oferecidas na Semeando é impressionante e abrangente, abordando muitas áreas importantes para o desenvolvimento e bem-estar das crianças. Isso mostra um compromisso real com a saúde e o crescimento holístico das crianças.

Especialidades

 

Cardiologia

Endocrinologia

Fonoaudiologia

Fisioterapia

Musicoterapia

Nutrição

Neuropediatria

Pediatria

Psicologia

Psicomotricidade

Psicopedagogia

Terapia ocupacional

Na sequência de fotos, os oito espaços, onde se desenvolverão as atividades da Clínica Semeando.

                                                                                                By Celso Mathias

Outubro esperança

Para inaugurar a nova sede do SICOB em Euclides da Cunha, a equipe local do estabelecimento bancário, recebeu hoje, clientes, amigos. Globe-trotters – Anatália e William Rilley. Karol e Luís Mariano:16 anos de namoro e treze de casamento. A querida Janete Freitas, uma das mais competentes profissionais da imprensa baiana, entre amigos, em dia de festa para Edson Piaggio. Fátima e José Nunes Soares, comemoram com a filha Bianca. O intrépido Ubirajara formiga e sua Renata. Lúcia e Erivaldo Moreira, recebem, com muita elegância. Os queridos, Deliane e Marco Aurélio Costa em festa de comemoração. Na badaladíssima Casa do Porto, o melhor lugar de São Paulo para se beber vinho. Na última semana, o árbitro Anderson Daronco apitou a partida entre Al Nassr x Al Ahli pelo campeonato saudita. Ringo Starr sofreu uma queda em um show no estado americano do Novo México. The best – Nos melhores endereço de salvador, é fácil encontrar os amigos, Dinay Oliveira e Arlindinho Andrade.

 Sucesso – Para inaugurar a nova sede do SICOB em Euclides da Cunha, a equipe local do estabelecimento bancário, recebeu hoje, clientes, amigos e diretores da instituição, entre eles, Fábio Simões e Decivaldo Oliveira Santos. As instalações modernas e confortáveis, estão situadas ao lado da antiga agência e foi construída por empresário local, seguindo um projeto padrão do grupo cooperativo, que atende hoje, mais de 10 milhões de usuários e conta com 80 agências na Bahia. Á frente da equipe local, José Uilson Moura desenvolve um trabalho de altíssimo nível, que, aliado à modernidade da instituição e muito trabalho, vem ganhando um enorme espaço na região. Sucesso!

Globe-trotters –Depois de um périplo iniciado no começo desse ano em Orlando, com mais duas passagens por Sidney para visitar filhos genros e netos, via Santiago e Auckland, ente as duas viagens, que se estenderam a Singapura e Surabaya, na Indonésia, uma esticada em Montevideo, depois Bordeaux, Paris e Verona e, ainda em outubro, pousam em Salvador, os amigos Anatália e William Riley, para comemorarmos, em Euclides da Cunha, 50 anos de fraterna amizade e conhecer Canudos.

Amor – Karol e Luís Mariano ao lado dos filhos, Neto e Guga, continuam a comemorar: dezesseis anos de namoro e treze de casamento. É muito amor!

 

Entre amigos – A querida Janete Freitas, uma das mais competentes profissionais da imprensa baiana, entre amigos, em dia de festa para Edson Piaggio.

 

 

 

 

 

 

 

 

Médica –  Fátima e José Nunes Soares, comemoram com a filha Bianca, a aprovação da Neta, Gabriela, no Vestibular da Escola Baiana de Medicina. Parabéns aos quatro!

De Brasília Jampa – O intrépido Ubirajara formiga e sua Renata se dividem entre a terra natal Dele, João Pessoa e a e adotada e amada terra Brasília. Saudades!

Nota 10 – Lúcia e Erivaldo Moreira, recebem, com muita elegância, amigos para jantar na mansão do casal na Praça Roberto Santos. No cardápio, bons vinhos, Camarão Internacional, reminiscências e muita conversa boa. Um casal nota 10.

Amizade – Os queridos, Deliane e Marco Aurélio Costa em festa de comemoração aos oitentinha e um, do ex-governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos, grande amigo do casal!

Vinho – Na badaladíssima Casa do Porto, o melhor lugar de São Paulo para se beber vinho, Péricles Gomes recebe o amigo Batalha e um dos políticos mais lúcidos e respeitáveis do país. Aldo rebelo!

 

Uma graninha a mais – Na última semana, o árbitro Anderson Daronco apitou a partida entre Al Nassr x Al Ahli pelo campeonato saudita. Na ocasião, o time de Cristiano Ronaldo e Luís Castro venceu a equipe de Roberto Firmino. No Brasil, Daronco recebe em média cerca R$6,5 mil por partida apitada no Brasileirão da Série A por parte da CBF. Mas de acordo com o portal World Soccer Talk, ele recebeu uma quantia um pouco maior da federação saudita. U$3mil da federação saudita, o que significa que o brasileiro recebeu cerca de R$14,8 mil, quase o dobro do que ele recebe apitando partidas no Brasil.

 

A queda – Ringo Starr sofreu uma queda em um show no estado americano do Novo México, na noite de quarta-feira (20). O ex-Beatle de 83 anos se apresentou com a His All-Starr Band no Rio Rancho Events Center, onde tropeçou no palco, indo direto para o chão. No vídeo, obtido pelo site TMZ, percebe-se que, logo em seguida, o ex-Beatle se levantou de um salto, correu até o microfone e começou a cantar o refrão com seu grupo, brincando com a situação. “Eu caí só para dizer isso para vocês: dê uma chance à paz”, disse ele, se referindo ao título da música em inglês, sendo aplaudido pelos fãs.

Veja o Vídeo:

 

 

The best – Nos melhores endereço de Salvador, é fácil encontrar os amigos, Dinay Oliveira e Arlindinho Andrade.

                                                                                                      By Celso Mathias

Maximo Boschi: vinte e três anos de excelências

Comemorando os 23 anos de fundação da Vinícola Maximo Boschi, reproduzimos texto produzido em 2018, pelo empresário Péricles Gomes, proprietário da Casa do Porto São Paulo, considerado um dos melhore lugares para se beber vinho em São Paulo!

Os bons os gênios e os idiotas!

Péricles Gomes

14/06/2018

 

Quero contar aqui uma pequena história do glamoroso mercado de vinhos.

 

Há alguns anos, ganhei uma garrafa de um espumante brasileiro para provar, um Maximo Boschi 36 meses. Provei, gostei muito e em seguida, liguei na Vinícola para falar com o dono, Renato Savaris , com o qual consegui marcar um encontro aqui em São Paulo. Liguei para o Luiz Eduardo (Casa do Porto de Belo Horizonte) e para o Arthur Azevedo/Sonia e, alguns dias depois, estávamos juntos aqui para provar os vinhos do produtor. Gostei muito dos espumantes, do Merlot 2004 e também dos sucos de uva feitos por ele.

 

Um mês depois viajei a Vinexpo, com Luiz Eduardo e mais alguns profissionais do setor, ficamos hospedados no Chateau Valandraud de Jean-Luc Thunevin. Na primeira noite fizemos um pequeno churrasco durante o qual, comentei com Christian Burgos da Revista Adega, sobre o espumante brasileiro e ele me respondeu que conhecia e tinha quase certeza de que o Maximo Boschi teria ganhado o Guia de Vinhos do Brasil daquele ano e que sairia ao mercado em mais um mês. No dia seguinte,

Jean-Luc Thunevin, Péricles, Raul Navarro e Eduardo Moraes

comuniquei ao Renato Savaris, que claro, ficou muito feliz. A partir daí, começamos a fazer um trabalho com a marca em nossas lojas e conseguimos números bem interessantes.

 

Em certa oportunidade, conversando com um blogueiro ($$$) de vinhos, este me disse que eu exagerava quando falava do espumante Boschi e que não era aquilo tudo. Pois bem, demorei cinco anos para escrever uma resposta e ela aqui está.

 

Pequeno idiota de plantão, você não é um IDIOTA com letras maiúsculas, por que ainda lhe falta chão até para isso. Naquela oportunidade lhe respondi apenas, que você tinha o direito de discordar, mas não deveria. Deveria sim, estudar e aprender a provar, o que não é fácil; mas o principal! Que deveria olhar para o mercado e pensar menos em $$$$, do que falar bem apenas de vinhos em quais tem alguma vantagem financeira. Deveria se inspirar nos profissionais de alto nível que temos no mercado e não, continuar na direção que estava indo. Quer aprender a provar sente em uma mesa com o Mario Teles, com o Arthur, com o grande Beato, com Luiz Horta e muitos outros profissionais do mesmo naipe, pois o caminho que estava tomando era o mais perigos e o mais difícil de todos.

Estou lhe dizendo tudo isso só agora, porque não te serviu os dois anos consecutivos que o Maximo Boschi ganhou como melhor espumante do Brasil no Guia do Brasil e finalmente, ganhou uma das oito medalhas Gran Ouro dentre 600 vinhos provados, no Concurso Internacional Brazil Wine Challenge e, é claro, não precisou lhe pagar para ganhar isso. Ganhou trabalhando e fazendo o que sabe fazer. Você, meu caro idiota; não sabe de nada!

 

  • Renato Antônio Savaris, fundador e neto do Maximo Boschi, recebendo as medalhas conquistadas no Concurso Internacional Brazil Wine Challenge. De 611 amostras inscritas, de nove países, a Vinícolas Maximo Boschi foi contemplada com uma das oito medalhas GRAN OURO, somada a três medalhas de OURO. 

 

 

Jean Baudrillard (1929-2007)

Embora filha do século XX, nascida depois da II Guerra, nunca deixei de ter certo ar não diria conservador, mas meio Belle Époque, naquilo que o século XIX tinha de irreverente e de vanguardista. Contudo, vivi e tenho vivido demais e, ao alcançar o século XXI, fui desafiada a interpretar estes nossos tempos pós-modernos, pensando esse presente que se consuma e se consome em breves instantes. Em meio a esse desafio, batalha cotidiana que me acelera o coração e a mente, encontrei um homem que me trouxe, mais que palavras, um verdadeiro turbilhão de ideias.

Apaixonei-me por Baudrillard quando estudava o destino dos descartes: coisas das quais nos desfazemos, porque sua utilidade se perdeu. Especular sobre o tema levou-me à leitura de Le Système des objets. Parei tudo o que vinha pesquisando. Revisei e revivi conceitos. Mudei meu olhar sobre o mundo. O livro é uma das primeiras obras de Baudrillard, publicada em 1968. Foi sua tese de doutorado em Sociologia, defendida em 1966 na Universidade de Paris X, Nanterre. Só a banca já causa arrepios a quem quer que já tenha respirado a atmosfera acadêmica: Henri Lefebvre, Roland Barthes e Pierre Bourdieu.

“O Sistema dos Objetos” me fez entender a relação entre cultura e consumo e, mais ainda, me deu condições de aferir até que ponto essa relação não poderia comprometer minha própria identidade. Porque os objetos não são coisas inertes, mas ingredientes que atuam ativamente na construção da vida social, expressando ideias e valores. Os espelhos, por exemplo, se relacionam ao espaço assim como os relógios, símbolos da permanência, se relacionam ao tempo. São equivalentes, nesse sentido, atuantes. Quanto mais espelhos, — diz ele —, mais gloriosa é a intimidade, mas também mais circunscrita a si mesma.

Baudrillard requer que o leitor vá além da leitura. Percorro seus textos e, pelo caminho, ele vai me inoculando suas experiências. Em certos momentos, sinto o terrível tédio que o mundo lhe causa; em outros, me entusiasmo ao perceber como ele abstrai de qualquer coisa as mais brilhantes ideias. É minha imaginação que ele consegue provocar literalmente em over doses seguidas. Para mim, descobri-lo foi uma experiência visceral, tão próxima da arte quanto deve estar um filósofo. Logo ele, que disse que jamais pretendeu a verdade, porque a respeitava demais para colocá-la em perigo. Nada daquele clássico distanciamento do objeto, nada de textos impessoais.

Desde então, adotei Baudrillard como quem adota um santo. Só que, em lugar de comprar uma imagem e orar diante dela para obter um milagre ou uma graça, é diante de seus livros que me deixo encantar, seduzir e apaixonar. Se não encontro ali a graça ou o milagre de uma intervenção divina, é no tênue reflexo de sua humanidade já extinta que encontro as fórmulas que me ajudam a compreender esse tempo presente que, afinal, eu ainda tenho de viver, não sem algum esforço, é verdade. Refém dessa hiper-realidade midiática, acredito que outros, assim como eu, sintam às vezes necessidade de certo isolamento, em busca de um refúgio capaz de nos devolver a simples realidade, diante de tantos desejos novos a saciar, de tantas necessidades novas a suprir, de tantas coisas novas a experimentar. Em um extremo, avatares imbecilizantes e seus milhões de seguidores ditando comportamentos e caminhos rumo ao sucesso; de outro, zumbis que funcionam no modo automático, incapazes de uma reflexão, incapazes de abrigar uma só ideia própria que seja; no meio, a massa, irredutível, disputada aos nacos para integrar as mais diversas facções: moda, política, cultura, tudo é produto, tudo é consumo.

A obra de Baudrillard é notável e inclui “Simulacros e Simulação”, livro que inspirou o filme Matrix, que muitos acharam sensacional. Mas é “A Transparência do Mal: Ensaios sobre Fenômenos Extremos” (La transparence du mal: Essai sur les phénomènes extrêmes,1990) a obra que mais me impressiona atualmente. Entre outros temas polêmicos, Baudrillard observa que não somos mais capazes de crer, de amar, de querer, porque cremos no que o outro crê, amamos o que o outro ama e queremos o que o outro quer. Trata-se de uma derrogação geral da vontade, que eleva o querer, o poder e o saber a uma segunda instância.

E por que o mal? Porque o mal, na sociedade contemporânea, se faz cada vez mais visível e transparente, em vez de oculto e velado como costumava ser. Essa transparência tem como causa a tecnologia midiática, que faz com que tudo possa parecer banal e gratuito. Portanto, não se pode estranhar que o terrorismo, a violência urbana, a guerra e as políticas que promovem sua emergência tenham se tornado um fenômeno global. Como resistir a tamanho poder e força, quando sequer há um bem que costumava se opor ao mal? A que formas de subversão e resistência se poderia recorrer quando nossa pertinência a esse presente contínuo reafirma nossa condição de reféns de uma cultura de massa que não podemos afrontar a não ser pela via de uma contracultura também de massa que se deixa absorver pelo próprio monstro que julga combater?

Jogo de palavras? Excesso de abstração? Sim. Eis aí aspectos que podem ser criticados na obra de Baudrillard. Ele não leva em consideração os diferentes grupos culturais. Isso até pode ser verdadeiro, mas o que se sente mais fortemente nesse nosso tempo é que a cultura hoje é a do consumo, não obstante os diferentes produtos consumidos. Mudam as premissas, mas a lógica permanece a mesma, seja em relação aos mandarins dominantes, seja em relação aos culturalmente periféricos. Estes últimos se inserem marginalmente e por aí criam suas próprias inserções, que também são produtos culturais, tanto quanto os pertinentes à esfera tida como alta ou elevada. Por variados que sejam os grupos, eles se igualam pelas diferenças e se assimilam pelo consumo.

Pessimismo? Sem dúvida. Porque as possibilidades de mudança e resistência que existem já se encontram inseridas nas estruturas de poder dominantes. Essa resistência passiva nasce de uma consciência de ter consciência, e chega bem perto da mística de um encantamento. Afastar-se da passividade conformista requer modos criativos de ser. O diagnóstico de nosso tempo não é animador, porque para sobreviver ao mal é necessário deixar-se contagiar por ele. Lógica vacinal que beira à crítica da desconstrução, que lida com os problemas liquidando as soluções, que apela às metáforas e às analogias, porque é só na ordem da abstração que essas estruturas se tornam visíveis.

Resulta disso a diluição de tudo quanto foi um dia tradicional ou clássico, com a criação de uma monstruosa realidade simulada, que se sobrepõe à realidade física, buscando a emergência contínua de uma sociedade que se caracteriza unicamente pelo que consome, e cujos desejos são norteados pelo mercado e pela publicidade, pela mídia e pelo poder. Gente que não pensa, e que se assimila, a si própria, a um mero produto de mercado.

Eis as imensas riquezas deste mundo que, paradoxalmente, nos empobrecem tanto. Resisto graças aos meus livros, meus amores. Penso que é na subversão de nossa ínfima individualidade que se reinventa o cotidiano, na absoluta minoria da primeira pessoa do singular, ainda que minimamente, e ainda que escrevendo apenas para você, que não precisa de avatar e que, com toda certeza, não é nenhum zumbi.  

 

                                                                                                   

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                Por Maristela Bleggi Tomasini

 

Mundo a fora

 

Depois de temporada e Sidney, com as filhas Karen e Melissa e férias com toda a família em Orlando. Gil Dionisio e João Batista estão em São Paulo, representando o Mercadinho Paulista na Apas Show. Constatei, que fora da Vênus platinada, que os ruins, fora dela, ficam ainda piores. Já os bons, ficam muito melhores! Mãe de dois filhos, Meghan Markle tem sido alvo de rumores de gravidez. Nos últimos dias, a mídia nacional tem trazido várias notícias sobre o cantor sertanejo, Marrone, em consequência de uma “harmonização facial”. Paris Hilton juntou-se aos muitos famosos internacionais que comemoraram publicamente o Dia das Mães. E por falar em feiura, muita gente que usava máscaras durante a pandemia, jamais deveria sair sem elas. Jato supersônico, que pode levar passageiros de Nova York, nos Estados Unidos, a Tóquio, no Japão, basicamente do outro lado do planeta, em apenas uma hora. Genival Oliveira compareceu à 25ª Coorpin – Delegacia de Polícia na cidade baiana de Euclides da Cunha, para devolver uma carteira com, R$460. Curiosamente, o fundador da Amazon (que é um dos homens mais ricos do mundo), astros de Hollywood, Trabalharam no McDonald’s.

Comme il faut – Depois de temporada e Sidney, com as filhas Karen e Melissa e férias com toda a família em Orlando, os internacionais, Anatalia e William Riley partiram para temporada europeia, entre Bordeaux, Bolonha e Paris. Retornaram no domingo 14 já com reservas para fim de semana portenho, quando agosto chegar!

Euclides na Apas – Gil Dionisio e João Batista estão em São Paulo, representando o Mercadinho Paulista na Apas Show, a maior feira de alimentos e bebidas das Américas, e maior evento supermercadista do mundo. Na oportunidade, foi apresentado o novo conceito, “Além de Alimentos”, refletindo o posicionamento de oferecer absolutamente tudo de mais relevante para o setor, desde alimentos e bebidas até tecnologia e inovação, passando por logística, finanças, infraestrutura, equipamentos e muito mais. O Mercadinho Paulista participa de tosos os eventos do setor, desde a sua fundação há 30 anos!

 

Os ótimos e os péssimos – Esses dias, por conta de uma gripe, zapeei alguns canais de televisão no meio da tarde e descobri atores globais trabalhando em novelas do SBT, Record e Band, antes e depois da Globo. Constatei, que fora da Vênus platinada, que os ruins, fora dela, ficam ainda piores. Já os bons, ficam muito melhores!

 

 

Gravida? – Mãe de dois filhos, Meghan Markle tem sido alvo de rumores de gravidez. Os boatos ganharam força depois que ela foi flagrada durante uma caminhada pelas ruas da Califórnia com uma barriguinha relativamente protuberante. Teve até quem apontasse que esconder a gestação seria o verdadeiro motivo pelo qual ela não compareceu à coroação do Rei Charles III. No entanto, a teoria já pode ter caído por terra.

Segundo o site TMZ, nesta sexta-feira (12), Meghan e Harry (e alguns seguranças) foram vistos em um restaurante chamado Sushi Bar, localizado a poucos metros de Montecito, onde o casal vive em uma mansão luxuosa.

A presença do casal em um restaurante de comida japonesa pode desmentir de vez uma teoria sobre gravidez. Afinal, peixe cru é um alimento que não é recomendado para mulheres que estão à espera de um bebê.

 

 

Feio – Nos últimos dias, a mídia nacional tem trazido várias notícias sobre o cantor sertanejo, Marrone, em consequência de uma “harmonização facial” feita por ele, com renomado cirurgião. A exposição, fez com que muita gente descobrisse como ele era feio. E continua sendo!

 

 

 

Mãe – Paris Hilton juntou-se aos muitos famosos internacionais que comemoraram publicamente o Dia das Mães, que nos EUA foi celebrado este domingo, dia 14 de maio. Para a celebridade, de 42 anos, este dia tornou-se ainda mais especial, pois foi a primeira vez que comemorou a data após o nascimento do filho, Phoenix Barron, fruto do casamento com Carter Reum. Junto de fotografias em que mostra o bebé, a mamãe ‘babona’ escreveu: “Tão feliz por estar comemorando o meu primeiro Dia da Mãe com o meu anjinho, o bebé Phoenix. Ser mãe é a experiência mais incrível que já vivi”.

 

 

Mach 9 – Engenheiros da empresa aeroespacial Venus Aerospace divulgaram fotos de seu mais novo jato supersônico, que pode levar passageiros de Nova York, nos Estados Unidos, a Tóquio, no Japão, basicamente do outro lado do planeta, em apenas uma hora, voando até o limite do espaço, antes de pousar na Terra Novamente. A startup afirma que o Stargazer pode alcançar 6.905,42 mph, ou seja, 11 mil km/h, velocidade conhecida pelos engenheiros como Mach 9.

 

 

Louvor – Na última terça-feira, o cidadão de nome Genival Oliveira compareceu à 25ª Coorpin – Delegacia de Polícia na cidade baiana de Euclides da Cunha, procurou a autoridade local, para entregar uma carteira que encontrará na rua. Dentro, cartões de crédito, documentos pessoais e a quantia de R$460. Que belo exemplo, em especial, para os políticos, em especial, aos euclidenses!

 

 

 

Escola – Muitas celebridades bem-sucedidas tiveram começos humildes em trabalhos nada glamorosos. Curiosamente, o fundador da Amazon (que é um dos homens mais ricos do mundo), astros de Hollywood e do esporte têm algo em comum. Esses famosos precisaram trabalhar duro em uma das mais famosas cadeias de fast-food do mundo, o McDonald’s, para conseguirem pagar as contas.

                                                                                                     Por Celso Mathias by Agpress