Salvador: a capital brasileira do vinho por três dias

 

Baco para os romanos e Dionísio para os gregos, esses deuses do vinho foram os protagonistas do último fim de semana, onde foram hóspedes do Palacete Tira-Chapéu, em Salvador! Para relatar as experiências que vivi durante o evento, permitam-me contar tudo na primeira pessoa. A convite de Péricles Gomes, esse mineiro carismático e versátil, formado em negócios entre Vitória, São Paulo e Belo Horizonte, desembarquei em Salvador na sexta-feira pela manhã. Antes mesmo de realizar o check-in no hotel, já estava imerso nas palavras do mestre Adolfo Lona, degustando oito excelentes espumantes da Serra Gaúcha. O destaque da degustação foi o Biografia Extra Brut, um velho conhecido e obra-prima do meu amigo Renato Savaris, que mereceu aplausos entusiasmados.

Durante esses três dias, milhares de pessoas ocuparam todos espaços do Palacete e o seu entorno, ouvindo boa música, bebendo bons vinhos e apreciando a boa comida do Pala7 de Claude, o Preta, da própria e o Casaria de Marcelo Magalhães, o corajoso empreendedor, que em árduos oito anos de trabalho, restaurou o prédio centenário e está dando uma enorme contribuição ao turismo baiano.

Entre os espaços visitados, a excelente Charutaria MR. JAMM que, além de comercializar diversas marcas também produz o seu próprio charuto, que tem ganhado diversos prêmios internacionais e concorrido a “charuto a charuto”, com bons cubanos. Por lá o dono da marca, brilhante executivo José Antônio Martins Monteiro, que resolveu ser fazendeiro, produzir fumo e os seus charutos em Alagoinhas –BA

Dois gigantes do evento, aos olhos de qualquer pessoa, Marcelo Magalhães, que deve ter varado várias noites para, em pouco mais de quatro meses, gestar e parir o primeiro de vários eventos que promete acontecer anualmente. Aos meus olhos, Marcelo Magalhães e Péricles Gomes que há quase quarenta anos, abandonou a fazenda do pai em Governador Valadares, para se transformar num inigualável empresário especialista em enogastronomia. Péricles é um agregador que consegue reunir personalidades afins ao gênero que atua e coloca-los sob o mesmo teto, transformando-os mutuamente em amigos e até, parceiros de negócios.

No restaurante da Preta, além do largo sorriso dela, você será envolvido pelo melhor da cozinha autoral. Poderá sente-se ao lado de personalidades como Ney Matogrosso, do advogado e produtor de vinhos Armindo Albuquerque, cuja presença marcante ilumina todos os espaços do evento, trazendo bom humor e sabedoria. Na mesa ao lado, você encontrará Antônio Castro de Almeida, conhecido como Kakay, uma figura controversa e carismática do mundo jurídico. Também estão ali Fátima e Alfredo Di Lello, intrépidos viajantes em sua van Mercedes-Benz, carregando adegas criadas e fabricadas por eles e, encantando a todos com sua prestimosidade.

 

Foi emocionante acompanhar a vertical de Château Mouton Rothschild, com safras de 1985, 1986, 1988, 1989, 1995 e 1996, avaliadas em R$ 90 mil, sob a condução de Pascal Marty, o enólogo responsável por esse extraordinário Bordeaux na época. Durante o evento, Pascal compartilhou sua trajetória no mundo dos vinhos, sua relação familiar e, naturalmente, o reencontro com esses “seis filhos” após mais de quarenta anos.

Após sua passagem pelo Alma Viva e Opus One, na Califórnia, Pascal retorna ao Chile, onde produz seu próprio vinho na Viña Marty, promovendo uma nova revolução ao utilizar leveduras de saquê para criar um vinho leve e aromático e extremamente delicioso. Além disso, Pascal é uma pessoa de uma sofisticação tão refinada que o traduz como uma pessoa simples e gentil!

À noite, no Pala7 de Claude Troisgros, um jantar que se estendeu até às duas da manhã teve à cabeceira da grande mesa Valéria Almeida, Sommelier e braço direito de Péricles Gomes. Entre os presentes, Linda Boglietti, filha do patriarca Enzo, da La Morra, proprietária de vinhedos renomados em crus históricos como Brunate, Fossati e Case Nere.

Participei de encontros mágicos que apenas o mundo dos vinhos pode proporcionar. Pascal Marty, um verdadeiro mago, tem a habilidade de transformar sonhos em vinhos excepcionais, transitando com a simplicidade de uma pessoa comum. Ao seu lado, Philipe Coutinho, um baiano mais que da gema, cuja presença é sempre uma agradável companhia. O fio condutor de nossas conversas não poderia ser outro senão Péricles, que une todos nós com seu carisma e paixão pelo vinho. Assim como ele, Alfredo Di Lello, um cidadão italiano de alma cosmopolita, percorre o Brasil de Norte a Sul, levando alegria às casas que abrigam suas maravilhosas adegas e humidores. Ele é igualmente conhecido por ter montado as lojas da Ducatti na Itália, uma verdadeira referência de sofisticação e estilo.

Rever amigos queridos como Lícia Fábio foi um prazer imenso e, claro, finalmente encontrar Marcelo Magalhães, o cara! Mal posso esperar pelo próximo ano, em agosto, quando teremos mais momentos inesquecíveis!

                                             Por Celso Mathias

A Falência das Tradições Juninas

 

 

A morte do festejo de São João é uma realidade triste e alarmante. Ao observar as jovens passando, todas uniformizadas, é como se fossem réplicas umas das outras. As mesmas botas, as mesmas saias e a maquiagem idêntica criam uma sensação de homogeneidade que se distancia da riqueza cultural que essas festas deveriam representar. Essa uniformidade não apenas apaga a individualidade, mas também a essência vibrante das tradições que moldaram nossa identidade.

 

Em Euclides da Cunha, no sertão baiano, a 320 km da capital, milhares de pessoas costumavam se reunir para celebrar o verdadeiro São João. Antigamente, as festas eram realizadas nas casas das famílias, onde parentes e amigos se reuniam para confraternizar e celebrar a cultura local. Essa tradição, que promovia laços afetivos e a troca de experiências, foi perdida. Hoje, a cidade se transforma em um verdadeiro caos, com trânsito mal organizado e um clima de excessos, onde a bebedeira predomina. O que deveria ser uma festa de alegria e unidade se transforma em um carnaval fora de época, aproveitado por políticos que, em vez de promover a cultura, usam o evento como um palanque para suas próprias agendas.

Nesta madrugada, senti os efeitos da ignorância e do mau gosto, que desrespeitam não apenas o ouvido humano, mas também o bem-estar dos animais que compartilham nosso espaço. O sofrimento dos nossos gatos, inquietos e assustados, reflete o descontentamento que muitos de nós sentimos. É angustiante perceber que as festividades, que deveriam ser momentos de celebração, se tornaram um pesadelo para aqueles que buscam paz e harmonia.

 

As músicas que ecoam durante as festividades lembram um passado sombrio, trazendo à mente um antro que atormentou a vida dos moradores na Rua do Rico. O som ensurdecedor de paredões, repleto de ritmos de arrocha e funk, substitui o forró, que é a verdadeira essência das festividades juninas. As letras, muitas vezes recheadas de duplo sentido, como “5 horas da manhã, batendo na minha porta, atrapalhando a minha f…”, apenas acrescentam à degradação cultural e à banalização de um momento que deveria ser de celebração.

Qual será o futuro das nossas crianças se continuarmos nesse caminho? Se não resgatarmos e valorizarmos nossas tradições, corremos o risco de perdermos completamente a conexão com nossas raízes. Precisamos reintroduzir o forró, as danças e as músicas que celebram a nossa cultura. É fundamental que as novas gerações cresçam em um ambiente que respeite e preserve a riqueza das nossas festividades.

A luta pela revitalização das tradições juninas deve ser uma prioridade, não apenas para honrar o nosso passado, mas também para garantir que as futuras gerações tenham a oportunidade de experimentar a magia do São João em sua plenitude. É preciso essa festa seja resgatada, devolvendo-lhe a alegria, a autenticidade e o calor humano que sempre a caracterizaram.

                

                                                                      Por Celso Mathias

Liliane e Edivania: dois bons exemplos

 

 

Ivo Barbosa, empresário e proprietário da marca Bel Cosméticos, visitou Euclides da Cunha acompanhado de seu filho, Peu. As marcas de beleza Skala e Lola From Rio anunciaram, nesta sexta-feira (6), uma fusão. Edivania Reis, que atende na Clínica Amalos. Ela se destaca por seu atendimento humanizado. Os empresários Teresa Lafiandra e Amauri Parreira, que anteriormente atuaram no ramo publicitário no Espírito Santo, agora se dedicam ao setor imobiliário. Luiz Henrique Costa, bacharel em Direito com pós-graduação na Irlanda, é um profissional admirado por sua trajetória na segurança pública. Os grupos Mercadinho Paulista e Fazendas Reunidas Limeira estão em contagem regressiva para a inauguração de uma das academias de ginástica mais modernas do país. Filha do querido e saudoso médico Humberto Freire, Liliane continua a tradição familiar de excelência no cuidado à saúde, seguindo com firmeza os passos de seu pai, que prestou inestimáveis serviços à comunidade.

Ele sabe tudo sobre a comercialização de cosméticos – Ivo Barbosa, empresário e proprietário da marca Bel Cosméticos, visitou Euclides da Cunha acompanhado de seu filho, Peu. A Bel Cosméticos, que já opera mais de 70 lojas em diversos estados do país, está em constante expansão e inovação. Durante a visita, Ivo conheceu as duas lojas de Euclides da Cunha, as únicas no Brasil autorizadas a usar a marca sob sua supervisão, e ofereceu orientações valiosas aos proprietários das unidades locais que, a partir dessa visita, darão um novo rumo ao negócio.

Além de sua dedicação em modernizar e ampliar a rede, Ivo possui uma visão diferenciada sobre o modelo de comercialização de cosméticos, priorizando a qualidade e a experiência do cliente. Seu respeito e credibilidade junto a fornecedores e parceiros são evidentes, refletindo seu compromisso com a excelência em todos os aspectos do negócio. Essa visita foi uma oportunidade não apenas para fortalecer laços, mas também para compartilhar insights que podem impulsionar ainda mais o sucesso das lojas na região.

 

Bilhões de beleza – As marcas de beleza Skala e Lola From Rio anunciaram, nesta sexta-feira (6), uma fusão que marca o nascimento de um novo gigante da beleza nacional. Juntas, as marcas formam um grupo com faturamento estimado em R$ 2 bilhões e atuação em mais de 80 países. Embora passem a compartilhar infraestrutura logística, capacidade produtiva e estratégias de inovação, ambas continuarão operando de forma independente.

Fundada em 2011, a Lola From Rio se destacou por sua comunicação divertida e fórmulas com ingredientes limpos. A Skala, por sua vez, ocupa um lugar afetivo e de confiança nos lares brasileiros desde 1980, quando foi criada. Famosa por seus grandes potes de tratamento capilar com preços acessíveis (na faixa de R$ 10 a R$ 12), ela está presente em 76% dos pontos de venda do país e tem ganhado força no exterior: mais de 20% do faturamento da marca já vem de fora, com destaque para os Estados Unidos.

Atendimento humanizado – Você sabe o que é anquiloglossia? É uma condição em que o movimento da língua é limitado devido a um frenulum (frenagem lingual) muito curto. Em recém-nascidos, isso pode impactar a amamentação, já que o bebê pode ter dificuldade em prender a língua adequadamente ao seio.

Além dos médicos, cirurgiões-dentistas — especialmente aqueles com formação em odontopediatria ou cirurgia bucomaxilofacial — podem realizar esse procedimento delicado. Se não for realizado por um profissional qualificado, pode causar grande sofrimento ao paciente e até sequelas.

Felizmente, em Euclides da Cunha, há uma profissional altamente qualificada: Edivania Reis, que atende na Clínica Amalos. Ela se destaca por seu atendimento humanizado, tanto para os pacientes quanto para seus familiares. Recentemente, fui testemunha do tratamento do recém-nascido Ricardo Amorim, que se recuperou em menos de 20 dias, apesar das complicações que surgiram durante a intervenção, pois o paciente apresentava dupla frenagem lingual. Um enorme muito obrigado à Drª Edivania!

 

Visitando as origens – Os empresários Teresa Lafiandra e Amauri Parreira, que anteriormente atuaram no ramo publicitário no Espírito Santo, agora se dedicam ao setor imobiliário na encantadora região das montanhas capixabas. Atualmente, eles desfrutam de merecidas férias, degustando vinhos de alta qualidade, como um Barolo de 60 anos, enquanto visitam familiares e amigos entre a Suíça e a Itália.

Bela trajetória – Luiz Henrique Costa, bacharel em Direito com pós-graduação na Irlanda, é um profissional admirado por sua trajetória na segurança pública. Ele já atuou como delegado da Polícia Civil da Bahia, onde trabalhou por três anos em Euclides da Cunha, cidade que guarda com carinho em suas memórias. Luiz faz questão de ressaltar as amizades formadas durante seu tempo na região e promete retornar em breve para reencontrar esses velhos amigos.

Atualmente, Luiz exerce o cargo de delegado da Polícia Federal em uma cidade do interior de São Paulo, o tornam um profissional respeitado na área.

Recentemente, Luiz passou um fim de semana encantador em Campos do Jordão, em companhia da esposa, a procuradora de justiça Ana Carolina Tinelli. Juntos, eles aproveitaram momentos de lazer e descontração em meio à beleza das montanhas.

Com uma carreira promissora e um compromisso inabalável com a justiça, Luiz Henrique Costa é um exemplo de dedicação e profissionalismo, sempre pronto para novos desafios e para valorizar suas raízes.

Saúde chegando – Os grupos Mercadinho Paulista e Fazendas Reunidas Limeira estão em contagem regressiva para a inauguração de uma das academias de ginástica mais modernas do país em Euclides da Cunha. A Fit Life promete revolucionar o cenário fitness da região, oferecendo aos euclidenses um espaço cuidadosamente projetado para promover saúde e bem-estar.

Com uma infraestrutura de ponta, a Fit Life contará com equipamentos de última geração, áreas dedicadas a diversas modalidades de treino e profissionais qualificados prontos para orientar os alunos em suas jornadas de condicionamento físico.

Os idealizadores do projeto acreditam que a prática regular de exercícios é fundamental para a qualidade de vida e estão comprometidos em proporcionar um ambiente acolhedor e motivador. A expectativa é alta, e a inauguração da Fit Life se aproxima rapidamente, prometendo ser um marco para a cidade e uma nova oportunidade para os euclidenses investirem em seu bem-estar. Prepare-se para transformar sua rotina e fazer parte dessa nova era de saúde e fitness em Euclides da Cunha!

Exemplo – Em uma cidade onde os serviços públicos nem sempre atendem às expectativas, os serviços de saúde de Euclides da Cunha se destacam de forma notável, graças ao comprometimento dos profissionais que atuam na área. Um exemplo desse comprometimento é Liliane Freire, enfermeira dedicada que atua no Posto de Saúde da Rua Teago Ferreira de Carvalho.

Filha do querido e saudoso médico Humberto Freire, Liliane continua a tradição familiar de excelência no cuidado à saúde, seguindo com firmeza os passos de seu pai, que prestou inestimáveis serviços à comunidade. Seu trabalho não apenas reflete a herança profissional, mas também um profundo compromisso com o bem-estar dos pacientes, tornando-a uma figura admirada e respeitada na região. A presença de profissionais como Liliane é crucial para a melhoria contínua dos serviços de saúde, e inspira outros profissionais, a fazer a diferença na vida das pessoas.

 

                                                                                            Por Celso Mathias/Agpress

 

 

Muita Saúde!

Nos próximos dias, com a inauguração da Academia Life Fit, Euclides da Cunha vai ganhar um projeto inovador, promovido pelos Grupos Fazenda Reunidas Limeira e Mercadinho Paulista. Na próxima sexta-feira (30.05) e no sábado (31.05), alguns dos principais chefs do país se encontram no Le Cordon Bleu São Paulo, na Vila Madalena, para uma imersão gastronômica com propósito. Ubirajara Formiga, o carque que se divide entre Brasília e Jampa, reuniu, na morada da capital federal, um grupo de amigos, para homenagear outro craque: Marco Aurélio Costa, o MR. Piantella. Gérard Depardieu foi, esta terça-feira, condenado a uma pena de 18 meses de prisão. Amsterdam, Genebra, Glasgow, Londres e Paris: O Períplo de Anatalia e William Riley durante o mês de maio.

Saúde – Nos próximos dias, com a inauguração da Academia Life Fit, Euclides da Cunha vai ganhar um projeto inovador, promovido pelos Grupos Fazenda Reunidas Limeira e Mercadinho Paulista.

“Estamos empolgados em apresentar uma academia de ginástica de primeiro mundo, que tem como objetivo transformar o conceito de fitness e promover um novo estilo de vida focado no bem-estar. Nossa academia será um espaço inovador, projetado para oferecer experiências únicas aos nossos membros. Contaremos com equipamentos de última geração, garantindo que todos possam treinar com a melhor tecnologia disponível. Além disso, teremos ambientes confortáveis, onde os frequentadores poderão relaxar e socializar, criando um ambiente acolhedor e estimulante”. A firmação é de Gillon Dionisio, que aprece na foto com os sócios, Rubens, João Pedro e João Henrique Lima.

Segundo João Pedro Lima, “Os espaços diferenciados foram pensados para atender às diversas necessidades de nossos clientes, desde áreas específicas para musculação até salas de aula para atividades em grupo. Nosso compromisso é proporcionar uma experiência completa, que não apenas promova a saúde física, mas também o bem-estar mental e social. Estamos ansiosos para receber todos vocês e iniciar essa jornada rumo a um estilo de vida mais saudável e equilibrado. Fiquem atentos para mais detalhes sobre a inauguração e as atividades que estaremos oferecendo”, finaliza o empresário!

Delícias – Na próxima sexta-feira (30.05) e no sábado (31.05), alguns dos principais chefs do país se encontram no Le Cordon Bleu São Paulo, na Vila Madalena, para uma imersão gastronômica com propósito. A segunda edição do Festival Gastronômico TUCCA terá aulas práticas, degustações e um jantar beneficente cuja renda será integralmente revertida para o tratamento de crianças e adolescentes com câncer atendidos pela associação que atua em parceria com o Hospital Santa Marcelina. Estarão entre os participantes nomes como Paola Carosella, (foto) Felipe Bronze, Benny Novak, Lucas Corazza, Otávia Sommavilla, Antonio Maiolica, Julio Raw, Benê Souza, Cezar Copquel, além do mixologista Ale D’Agostino e o chef de sakes Toshi Akuta. Professores do próprio Le Cordon Bleu também comandam aulas, com uma programação distribuída simultaneamente entre as cozinhas da escola e o Culinary Village, espaço dedicado às experiências com drinks e harmonizações.

História – Ubirajara Formiga, o carque que se divide entre Brasília e Jampa, reuniu, na morada da capital federal, um grupo de amigos, para homenagear outro craque: Marco Aurélio Costa, o MR. Piantella, o homem que comandou por décadas, o melhor restaurante de Brasília, para muitos, o Quarto Poder. Marco, coleta memórias e importantes depoimentos da história contemporânea do Brasil, para livro que está sendo escrito por Fernando Moraes, um dos mais importantes biógrafos do país!

Pegador? – Gérard Depardieu foi, esta terça-feira, condenado a uma pena de 18 meses de prisão, informa a Sky News, por agredir sexualmente duas mulheres. As alegações remontam a 2021, época em que trabalharam juntos nas gravações do filme Les Volets Verts (Persianas verdes). As vítimas afirmaram estar com medo de falar aquando dos episódios. “Estava aterrorizada”, contou a cenógrafa Amelie, citada pelo mesmo canal de televisão britânico. Durante o julgamento, especificou ainda que o ator francês a apalpou em várias partes do corpo enquanto lhe prendia as pernas e fazia comentários sexuais explícitos. A defesa já indicou que o também cineasta de 76 anos vai recorrer da decisão. Depardieu não compareceu esta terça-feira na audiência, na qual também ficou decidido que verá o seu nome no registo de criminosos sexuais.

Novo périplo – Amsterdam, Genebra, Glasgow, Londres e Paris: O Períplo de Anatalia e William Riley durante o mês de maio. Os queridos amigos embarcaram em mais uma viagem inesquecível pela Europa. O roteiro repleto de cultura e história não só os levou a cidades icônicas, mas também proporcionou um encontro especial em Genebra, com a filha Kareen, uma executiva internacional.

Mesmo à distância, costumo viajar com amigos, por inúmeros lugares que visitei no passado. Os smartphones, nos proporcionam alegrias e lembranças especiais.

O casal, que dedicou anos de planejamento para aproveitar ao máximo a maturidade, tem sido um exemplo de como é possível explorar o mundo com entusiasmo e curiosidade. A cada nova cidade, a cada nova experiência, eles celebram a vida e a liberdade que conquistaram. Então, levantamos um brinde: Salute! Que Anatalia e William continuem a explorar o mundo, colecionando memórias e compartilhando momentos especiais com aqueles que amam.

                                                                                             

                                                                                                   Por Celso Mathias by/Agpress

 

Paradoxos


Ela fala, eu escuto. Não por algum impulso de empatia forçada, mas porque estou ali, à mesa de um café qualquer, com a xícara esfriando e o vapor subindo como um detalhe irrelevante. É sobre um homem. Sobre ele: essa categoria que só as mulheres conhecem. Ele pode ser um projeto de futuro. Ele representa o amor, mas na verdade ele não passa de uma equação mal resolvida. Ouço a história repleta de indiferenças. Para cada falha dele, ela cria uma justificativa. Em último caso, a culpa recai sobre uma suposta outra, que sequer existe, mas que deve existir, com certeza, para o fechamento da equação, para o equilíbrio das coisas, para que o déficit não consuma, de uma só vez, todo estoque de esperança.

Penso em Eugénie Grandet, que gastava seus dias esperando ser vista por ele. Não há poesia nisso, só um padrão repetitivo: a espera como armadilha. Minha amiga não vive no século XIX, mas poderia. Ela constrói castelos que desmoronariam sob o peso da lógica. “Ele vai mudar”, diz, como se o futuro dependesse do cumprimento de certas cláusulas de contrato que visam garantir sua felicidade. Eu não digo nada. Em vez disso, aponto o óbvio com um comentário cortante: “Esse cara? Ele acha que o mundo é um espelho dele mesmo.” Ela ri, um riso breve, que não disfarça o vazio nos olhos dela. Não é um vazio metafórico, é concreto: a ausência de algo que preencha o tempo vivido além da espera.

Olho para mim e penso no empenho que faço em não depender dessa tal esperança. Talvez porque pense e calcule. Talvez porque tenha medo de parecer patética. Vejo o óbvio, mas posso fingir que ele não existe, porque sei como conferir uma nova versão às coisas, ao mundo, à vida. Faço isso quando misturo farinha, açúcar e suco de laranja numa tigela. Ralo gengibre, misturo canela e o calor do forno perfuma a casa com um cheiro que não explica nada, mas que ocupa todos os espaços. E quando não há farinha, eu escrevo, em cadernos que ninguém lê, frases e histórias que nem sempre publico. Houve um tempo em que plantava sementes em vasos e os colocava na janela, para observar as folhas que cresciam sem alarde. Depois desisti, pois o vento espalhava a terra e as pobres plantas insistiam em morrer, quando eu me esquecia de regá-las. Ou quando eu não fazia nem isso por elas, e as via definhar, pensando que a vida também não acontece por si, a não ser até certo ponto. Tudo porque a morte está sempre presente, à espreita. Mas minha amiga não sabe nada disso. Nem quer saber. Refém do sonho, não cozinha, não escreve, não planta e apenas ele germina em sua vida.

Tento explicar. Penso nos scripts culturais que moldam o que ela reconhece como amor. Regras antigas, papéis de gênero que a Modernidade ainda não apagou, mas que fatalmente apagará, quando daqui partir o último boomer. Mulheres devem ser estratégicas, dizem os ecos de romances baratos e até novelas clássicas. Devem calcular, seduzir, nunca se expor. A sinceridade, nesses scripts, é um erro de amador. Ela parece acreditar nisso, mesmo sem dizer. Ama em segredo, como se admitir o sentimento fosse uma confissão de derrota. Eu não comento. Não porque não me importe, mas porque não sei o que dizer. Desiludi-la seria apontar o óbvio: o amado é uma miragem.

Mas por que eu apagaria a miragem do deserto dela? Para que ela acolhesse e assumisse a rejeição? Rejeição não é mera abstração. É conta que não fecha porque depende do amanhã. Contingente e imponderável, o amanhã não pertence nem a ela, nem a ele, nem a mim. E, além disso, o amanhã dos esperançosos não chega nunca, porque pode ser adiado indefinidamente. E ela “sabe” que só será amanhã quando ele chegar. Penso nas pílulas que prometem felicidade, nos filtros que escondem rugas e verdades. Ela não usa nada disso. Não foge do luto nem da renúncia. Não tem um rosto voltado para o mundo. Ela apenas espera.

O que faço? Escuto, porque é o que posso fazer. Zombo do amado, porque é fácil e porque ela ri. Não digo que a espera é uma escolha nem que escolhas podem ser mudadas. Não porque acredite em grandes viradas, mas porque sei criar futuros. E faço isso quando coloco um novo bolo no forno, quando vejo a tinta desenhar palavras nos meus cadernos. Terra no vaso é promessa cumprida à semente. E depois, histórias bem contadas desafiam o tempo, o destino e a morte.

Hoje ela vai esperar por ele mais uma vez, trocando a vida pelo sonho. E eu, contando essa história, só penso em você que, lendo isso, pensará que não faz sentido. Não importa. Eu só queria mesmo era lembrar você do sabor daquele bolo de laranja. Só não se esqueça do gengibre. Nem da canela. E coma depressa, enquanto seu café não esfria.

                                                                                                    Por Maristela Bleggi Tomasini

Shows da vida!

Sandra Soares marcou mais um ano de vida com uma celebração memorável, realizada na residência da família. Os queridos Anatália e William Riley embarcam na próxima terça-feira, para a primeira viagem internacional do ano. Gaga, apesar de tudo, o comportamento da estrela e dos seus fãs, tem sido um espetáculo deprimente em terras tupiniquins! Valéria e o executivo Luciano Rodrigues aproveitaram o feriado do Dia do Trabalhador para uma merecida pausa na rotina. O ouro tem vivenciado uma volatilidade intensa, impulsionada pelas incertezas da guerra comercial e pelas decisões imprevisíveis de Donald Trump. O engenheiro Valter Menezes de Oliveira que desbravou estradas por esse Brasil a fora, com sua VMO –Construtora, hoje, curte merecida “aposentadoria” em sua fazenda no Recôncavo baiano. São Paulo virou nesta quinta-feira 01/05, palco da maior retrospectiva já dedicada a Andy Warhol fora dos Estados Unidos.

Sandra com a filha Joane e o neto Bento

Celebrando a vida – Sandra Soares marcou mais um ano de vida com uma celebração memorável, realizada na residência da família, um espaço acolhedor e caloroso marcado pela discrição e elegância com que recebem seus amigos. A festa, repleta de alegria e afeto, refletiu a personalidade vibrante e o espírito agregador da aniversariante.

Ao lado da filha, Joane, e do genro, Gil Dionisio, Sandra Soares lidera com maestria o Grupo Empresarial Mercadinho Paulista. Com atuação diversificada e sólida, o grupo se destaca nos setores de comércio, agropecuária e saúde, demonstrando a visão estratégica e o talento empreendedor da família.

Na foto, além da filha Joane, o pequeno Bento, neto de Sandra, adicionou ainda mais encanto à celebração, aninhando-se carinhosamente no colo da avó. O gesto singelo simboliza a união e o amor que permeiam a família, valores que se estendem para além do âmbito pessoal e se refletem na gestão dos negócios. A celebração do aniversário de Sandra foi, portanto, uma homenagem não apenas à sua vida, mas também à força e à beleza dos laços familiares que a sustentam. Um brinde à Sandra, aos seus familiares e a todos os que compartilham dessa convivência tão especial!

Pé no jato – Os queridos Anatália e William Riley embarcam na próxima terça-feira, para a primeira viagem internacional do ano. Participam em Zurique de uma feira de máquinas e encontram a filha Karen, que reside na Austrália, mas estará na Suíça para compromissos profissionais. Antes de retornarem ao Brasil, esticam até a Escócia, terá de origem dos Riley. Bom Voyage!

Deprimente – Com sua voz poderosa, presença única e uma carreira marcada por reinvenções, Lady Gaga sobe ao palco em Copacabana neste sábado (03.05) para um megashow que promete parar o Rio de Janeiro. E enquanto os palcos se preparam para recebê-la, é impossível não lembrar de um dos aspectos

mais fascinantes de sua trajetória: suas colaborações musicais. Gaga sempre foi extremamente seletiva quando o 

assunto é dividir os vocais em uma faixa — e quando escolhe, costuma mirar alto: ídolos, lendas e artistas com quem compartilha uma profunda admiração. De duetos que marcaram o pop, como Telephone com Beyoncé, a encontros intergeracionais com nomes como Tony Bennett e Elton John, Gaga construiu uma lista de parcerias que fazem parte da história da música recente. Apesar de tudo, o comportamento da estrela e dos seus fãs, tem sido um espetáculo deprimente em terras tupiniquins!

 

É puro amor – Valéria e o executivo Luciano Rodrigues aproveitaram o feriado do Dia do Trabalhador para uma merecida pausa na rotina, dedicando tempo de qualidade à família. O destino escolhido para o descanso foi o Beto Carrero World, onde o pequeno Bernardo, o príncipe do casal, pôde se encantar com as atrações e a magia do parque. Entre montanhas-russas, shows temáticos e personagens encantadores, a família Rodrigues desfrutou de momentos inesquecíveis, fortalecendo os laços e celebrando o amor que os une. A alegria estampada nos rostos de Valéria, Luciano e Bernardo traduz a essência de um programa que é puro amor e diversão! Um feriado perfeito para recarregar as energias e criar memórias preciosas.

 

 

 

E o ouro? – O ouro tem vivenciado uma volatilidade intensa, impulsionada pelas incertezas da guerra comercial e pelas decisões imprevisíveis de Donald Trump. Essa dinâmica tem provocado uma verdadeira montanha-russa no preço do metal precioso, que tradicionalmente serve como um ativo de refúgio para investidores em tempos de instabilidade econômica ou política. Na última semana, o ouro chegou a atingir um valor recorde, alcançando a marca de 3.500,5 dólares por onça. No entanto, essa valorização foi acompanhada de fortes oscilações, refletindo a sensibilidade do mercado às notícias e eventos globais.

Longa vida – O engenheiro Valter Menezes de Oliveira que desbravou estradas por esse Brasil a fora, com sua VMO –Construtora, hoje, curte merecida “aposentadoria” em sua fazenda no Recôncavo baiano, onde produz diariamente, milhares de litros de leite. Ontem, ele reuniu a família no luxuoso Palácio Tangará – SP, para comemorar a entrada em nova década de vida. Parabéns amigo. Longa vida!

Imperdível – São Paulo virou nesta quinta-feira 01/05, palco da maior retrospectiva já dedicada a Andy Warhol fora dos Estados Unidos. Com mais de 600 obras originais, a megaexposição Andy Warhol: Pop Art! ocupa os 2 mil metros quadrados do Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB FAAP), onde segue em cartaz até 30 de junho.

                                                                                                        Por Celso Mathias

Mulheres e seus sapatos

 

Atualizando o formato gráfico de VB, excelente matéria sobre os grandes “sapateiros” do planeta:  Manolo Blahnik, Roger Vivier, Salvatore Ferragamo, Chirstian Louboutin Jimmy Choo. Designers que chegam a cobrar €15.000 por um “par de sapatos”. Conheça e avalie o fetiche que encanta e seduz mulheres de todos os quadrantes. “Senhor ladrão, pode levar a minha Fendi ‘baguette’, o meu anel e o meu relógio, mas, por favor, não leve os Blahnik!” De nada serviu a Carrie Bradshaw na série Sex and the city (foto) implorar.

A protagonista da série «Sex ad the city» voltou para casa descalça, sem o seu par de sapatos favorito: umas sandálias de tiras em seda cor-de-rosa que tinha comprado a com 50% de desconto em uma liquidação. Não que fizesse muita diferença: no «closet» tinha 27 mil euros investidos em calçado – pensando que os comprara a uma média de 450 euros o par, ficamos sabendo  que Carrie tinha 60 pares de sapatos de «designer» no armário. Imelda Marcos, antiga Primeira-Dama das Filipinas, admitiu possuir 1200 pares. O fascínio por sapatos parece não afetar apenas personagens de ficção em séries televisivas ou mulheres excêntricas do Sudoeste Asiático. Segundo a revista «Forbes», as mulheres americanas gastaram, em calçado de moda, entre Outubro de 2004 e Outubro de 2005, 17 mil milhões de dólares, «Os sapatos tornaram-se objetos de consumo desenfreado, mesmo por parte de mulheres que nunca tinham tido esse fetiche», explicou à «Forbes» Marshal Cohen, analista do grupo NPD, uma empresa americana de análise de consumo. «O vestuário já não é a prioridade nos guarda-roupas das mulheres: carteiras e sapatos tornaram-se itens de assinatura, usados para projetar gosto pessoal, riqueza e estilo», reforça. Em seda tecida à mão e ricamente bordada, em crocodilo macio, cobra rara, avestruz exótica… como dizem os americanos, «new shoes cure the blues» (sapatos novos curam a tristeza). Será? Bem, resultou com a Cinderella. Sem os seus sapatos de cristal, a heroína das histórias infantis não teria encontrado o seu príncipe e ainda estaria a carpir mágoas sentada à lareira. Onde estaria agora se, em vez do desconfortável cristal, os sapatos fossem Manolos, Jimmy Choos, Roger Vivier, Salvatore Ferragamo ou Christian Louboutin? Certamente feliz, divorciada do príncipe e vivendo em pecado com dois jovens de 18 anos. Porque não existe nada mais «sexy» do que as criações dos mais famosos «designers» de sapatos do mundo.

 

SALVATORE FERRAGAMO

Salvatore Ferragamo e Audrey Hepburn 1954 Mediapunch/Shutterstock

Este italiano «designer» de sapatos acreditava ser o arco do pé uma das partes mais importantes do corpo, por suportar todo o peso. Aplicou esta filosofia a cada par de sapatos que criou desde os anos 20, quando iniciou atividade, tendo rapidamente ficado conhecido como sapateiro das estrelas – calçou, entre outras, Eva Perón e Marilyn Monroe, Audrey Hepburn (com Salvatore na foto), Tinha apenas nove anos quando descobriu a vocação: fez o primeiro par para calçar a irmã para a cerimônia religiosa do crisma. Depois de 18 anos emigrado nos Estados Unidos, voltou à terra natal, Florença, e aí se estabeleceu. A ele – e à família que manteve a empresa e em 1995 inaugurou um museu que reúne mais de 10 mil modelos do «mestre» – se devem alguns dos sapatos mais originais de todos os tempos

 

CHRISTIAN LOUBOUTIN

Enquanto estagiário nos camarins das Folies Bergère – tinha 17 anos -, descobriu que o segredo da proporção e da postura estava nos sapatos. Bastava observar como se moviam as «showgirls» do cabaré mais famoso de Paris, carregando enormes ornamentos na cabeça. Desenhou sapatos para a Chanel e para a Yves Saint Laurent até 1992, ano em que abriu a sua própria casa. Entre as suas clientes contam-se Oprah Winfrey, Sarah Jessica Parker, Cameron Diaz e Katie Holmes. Hoje vende em 46 países e tem 14 butiques. Os sapatos de Louboutin reconhecem-se à distância: têm a sola encarnada. Com um preço médio de 600 euros, as criações mais ousadas de Louboutin incluem os «trash shoes», que incorporam bilhetes de metrô e recibos de café nos saltos.

 

 MANOLO BLAHNIK

Nos anos 90 já era conhecido por fazer saltos dolorosamente altos e cheios de estilo. Mas este espanhol das Canárias não seria o que é hoje sem o empurrão da série «Sex and the city». Sarah Jessica Parker, a «shoe addicted» Carrie, fez pelos sapatos de Blahnik o que Brooke Shields fez, nos anos 80, pelos «jeans» Calvin Klein. Quando a série arrancou, em 2004, Blahnik já tinha loja em Nova Iorque (inaugurada em 1980) e muitas devotas dos seus «sapatos limousine», nomeadamente Candace Bushnell, a autora do argumento de «sex and the city». Os preços dispararam, as vendas seguiram-se-lhes – até as de modelos mais caprichosos, como umas botas de crocodilo de 10 mil euros. Como não é mal-agradecido, em reconhecimento à atriz e às mulheres de Manhattan, Manolo criou o modelo «SJP»: um «stilletto» de apertar no tornozelo, disponível em vários materiais e cores.

 

ROGER VIVIER

Inventou o salto «stilletto» (usava uma tira fina de aço dentro do salto para suportar o peso do corpo) e desenhou os sapatos que Catherine Deneuve usou no mítico Belle de Jour. Nascido em 1913, o «designer» francês especializou-se em sapatos e durante uma década (1953 a 1963) criou os modelos de calçado elegantes para a Dior. Descrevia os seus sapatos, sempre ricamente decorados, como esculturas. Para os críticos eram os «Fabergés do calçado». Entre clientes habituais estavam Ava Gardner, Gloria Guiness e a Rainha Isabel II. Hoje, a marca é detida pela Tod’s e pela Hogan, e agora com Bruno Frissoni à frente do departamento criativo (Vivier morreu em 1998), o design permanece clássico e a distribuição restrita. Até 2003, para comprar, só marcando uma visita privada ao «showroom» da marca em Paris, no número 29 da rua do Faubourg de Saint-Honoré. Entretanto abriram loja no mesmo edifício, um espaço especial, mobilado ao estilo do século XVIII, com um Picasso na parede, onde as clientes podem tomar um Martini enquanto decidem o que levar. Os preços podem atingir os 15.000 euros.

 

JIMMY CHOO

Foi baseado na filosofia de que os sapatos e a carteira certos vingam mais do que roupa e jóias na construção de uma imagem que Jimmy Choo construiu uma carreira de sucesso. Malaio, nascido numa família de fabricantes de sapatos, Choo acabou por ir aprender inglês para Londres, onde conheceu Tamara Mellon, filha de um milionário e, à época, a relações-públicas mais famosa da capital britânica. Com o dinheiro do pai dela e o talento dele fizeram-se sócios e abriram a primeira loja, em 1997. Ele criou os sapatos, ela transformou-os numa marca global, preferida por Catherine Heigl, Victoria Beckham, Jenifer Garner ou Sarah Jessica Parker. Neste glamouroso universo dos sapatos acima de 500 euros, os espinhos vieram ao de cima e a parceria terminou em 2001, quando Choo vendeu a sua parte. Mas mantém o nome e Tamara continua a vendê-los nas lojas por todo o mundo.

                                                                                                by Celso Mathias/Agpress

 

 

Amores epistolares

 

Quem nunca suspirou ao saber de uma história de amor proibido? Bem, talvez você tenha até vivido uma dessas histórias. E quem sabe escreveu e recebeu cartas de amor, o que seria perfeitamente natural se você nasceu nos idos do século passado. Tais cartas, quando aparecem, podem ser alvo da curiosidade tanto histórica quanto meramente especulativa. Afinal, são retratos da intimidade alheia. Papel, envelope, selos e palavras. Costumavam ser belas as cartas de amor. Que tal então examinar mais de perto dois romances epistolares polêmicos, porém rigorosamente históricos? 

Creio que você já ouviu falar de Abelardo e Heloísa. Unidos pela paixão e pela tragédia no século XII, eles protagonizaram um dos casos de amor mais célebres de que se tem notícia. Sua correspondência, há séculos, vem suscitando o interesse não só de historiadores e de literatos, mas ainda do público em geral. Uma edição dessas cartas, publicada em 1865, nos fornece um resumo da história de Abelardo, aliás, Pierre Abélard, nascido em 1079 no burgo Le Pallet, Bretanha, perto de Nantes. Seu pai, senhor do burgo, em que pese ter feito a guerra, cultivava o espírito e desejou que seus filhos recebessem uma cuidadosa educação. Abelardo, em uma carta autobiográfica, nos conta que preferiu as armas da dialética aos troféus da guerra. Dominando o latim, o grego e o hebraico, tornou-se filósofo, poeta e orador, talentos que o levaram a Paris onde, tornado célebre, atraiu alunos inclusive do estrangeiro. 

Acontece que, entre os 37 e 38 anos, Abelardo conhece Heloísa, sobrinha do cônego Fulbert, que se fez sua aluna. Heloísa era muito jovem e ainda estava sob a tutela do tio, que desaprovou o envolvimento. Quando o relacionamento veio à tona, Fulbert ficou furioso. Abelardo tentou reparar a situação, casando-se com Heloísa em segredo, mas ela, por não querer que o casamento prejudicasse a reputação acadêmica de Abelardo, negou publicamente que eles fossem casados. Foi então que Fulbert se vingou de forma brutal: mandou que castrassem Abelardo enquanto ele dormia. Depois disso, Abelardo se retirou para um mosteiro e dedicou-se inteiramente à vida religiosa. Heloísa, por sua vez, também foi para um convento. Segundo o próprio Abelardo, Heloísa não era exatamente bonita, porém: “Ela não era a última em beleza, mas não se igualava a ninguém e tinha plena consciência disso. Tudo aquilo que pode seduzir os amantes se oferecia à minha imaginação.”

Apaixonada, Heloísa, em uma das cartas que escreve a Abelardo, demonstra ser capaz de um amor violento e ardente, e toma a Deus por testemunha: “Jamais, Deus o sabe, jamais busquei em você outra coisa além de você”. E, a propósito de seu papel na vida do amado, escreve: “Embora o nome de esposa pareça mais forte e mais santo, o de sua amante sempre foi mais doce ao meu coração; e mesmo, se você me permite dizê-lo, o de sua concubina, de sua mulher de prazer…” Abelardo, por sua vez, diz que o casamento santificara a união de ambos, especialmente com a retirada dela para o convento das religiosas, até onde ele fora “Um certo dia, visitando-a secretamente, e lá, na falta de outro lugar onde pudéssemos ser livres, foi no próprio refeitório que nos abandonamos aos desregramentos de nossa libertinagem.” Ele lamenta, porém, o episódio: “Você lembra, digo-lhe, daquilo que tivemos a impudência de fazer em um lugar tão respeitável e consagrado à Virgem? Não tivéssemos cometido outros pecados, e este, unicamente, seria digno da vingança mais estrondosa.” E chega a justificar o ferimento que sofreu: “Por certo, se não me engano grosseiramente, esta ferida tão salutar conta menos como castigo pelos meus erros do que a continuidade dos males que hoje suporto.” Como visto, uma tragédia e um amor ardente em pleno século XII.

A outra história, nem tão conhecida, não é menos interessante. É sobre Mariana de Alcoforado, que viveu de 1640 a 1723. Soror Mariana, aliás, porque era freira. No convento da Conceição da Beja, em Portugal, estando ela na varanda, quando contava 26 anos, viu o Cavaleiro de Chamily ― Noël Bouton de Chamilly ― e imediatamente se apaixonou por ele, então com 30 anos. 

Nada saberíamos dessa paixão, porém, não fosse um pequeno livro intitulado “Lettres portugaises”, de autoria desconhecida, que surgiu na França em 1669 e causou tamanha comoção entre seus leitores que, em 1690, apareceu uma segunda edição. Nesta segunda edição, aparece o tradutor das cartas, bem como o destinatário delas. A autora, porém, permanecia misteriosa, pois é simplesmente chamada de Mariana, assim permanecendo até 1810. Por volta desse ano, e por puro acaso ― sempre o acaso ―, foi descoberta uma nota manuscrita na edição original, na qual se lia o nome de Mariana de Alcoforado. Apesar disso, a existência real da autora das “Lettres portugaises” só foi documentada em 1888, com a retrotradução das cartas por Morgado de Mateus. Segundo ele, as cinco cartas teriam sido escritas por Mariana de Alcoforado, freira portuguesa, ao oficial francês, o que parecia esclarecer o mistério da autoria — embora a questão permaneça, até hoje, objeto de controvérsias. Não obstante a polêmica que envolve o caso, o que se tem de indiscutível nessas cartas é o arrebatamento amoroso que elas retratam: “Estou resolvida a adorar-te toda a minha vida, e não ver mais pessoa alguma […] Acaso poderias contentar-te com outra paixão menos ardente que a minha?”. E ainda: “Consumiste-me com as tuas assíduas perseveranças, inflamaste-me com os teus transportes, encantaste-me com as tuas finezas, asseguraste-me com os teus juramentos, a minha inclinação violenta seduziu-me, e as consequências destes começos tão agradáveis e tão venturosos não são mais do que lágrimas, gemidos, e uma funesta morte, sem que possa achar-lhe algum remédio!”

Mariana nasceu de uma família ilustre. Ela morreu com 83 anos, dos quais mais de sessenta foram passados no claustro, onde ninguém dela tinha queixas, dizendo-a muito benigna para com todos. Ao que consta, ela não se arrependeu de ter amado: “Agradeço-te, contudo, do fundo de meu coração, o desespero que me causas, e detesto a tranquilidade que vivi antes de conhecer-te” — escreveu ela. Difícil não imaginar o percurso dessas cartas que, indo da remetente ao destinatário, chegaram a um tradutor, circularam traduzidas e depois, graças a uma pista encontrada por acaso, foram mais uma vez publicadas no que seria sua versão portuguesa.

Cartas, enfim. Nunca se sabe o que o acaso pode fazer delas. Essas relíquias do íntimo puderam atravessar séculos e chegar até nós. Por vezes, são o retrato da vulnerabilidade humana; outras, são o risco de uma vida ou de uma reputação. Abelardo, vítima de uma vingança cruel e desnecessária. Mariana? O que terá feito o Cavaleiro de Chamilly de suas ardentes palavras para que elas acabassem publicadas, anos depois, e em francês? Sessenta anos passados no convento, e ela morreu sem saber que seu amor até hoje nos encanta.

Se essas paixões tão sentidas se fizeram ou se desfizeram, pouco importa. Porque as cartas nelas inspiradas não deixaram de seguir o seu caminho. Palavras que cruzaram as fronteiras da linguagem, das nações e do tempo, alheias à sua autoria. Ah, essas histórias não pertencem mais a quem as viveu. Penso que não. Porque nos apropriamos delas, à revelia de qualquer discrição. Esse nosso voyeurismo, contudo, é como um tributo pago à eternidade. Nada sei, porém, de você. Se escreveu cartas ou não. Contudo, se o fez, talvez algum dia elas venham à tona, por obra e graça do destino e da imponderável magia do acaso. 

                                                                                         Maristela Bleggi Tomasini

 

 

Poderosas!

Retornando de merecidas férias no Sul do país,  dia 4 de fevereiro, terça-feira, foi dia de festa-niver surpresa para Joane Soares Dionisio. A comemoração foi cuidadosamente organizada pelo marido, Gil, com a ajuda da sogra, Sandra, e das amigas Railda Abreu e Rebeca.

Entre os momentos registrados, destacamos a presença das meninas, começando pela pequena Giulia, a caçulinha da família, e Heloisa, a primogênita. Além da alegria contagiante, a festa contou com a presença de Bena, Rebeca, Verena, Sara, Marineide, Simone, Juliana com a filha Maria Eduarda, Paulinha, Virginia e Camila com a filha Isabele, que trouxeram ainda mais animação ao evento.

Foi um registro muito especial, marcado pela organização impecável e pelo serviço de jantar com música ao vivo. O evento foi complementado por vinhos selecionados, muito bom gosto e uma espontaneidade que fez a celebração ainda mais memorável.

 

Sim, presente também, Daniel, Cesar, Rubinho, Emerson, Batista, Marcos e esse colunista, todos, cuidadosamente excluído das fotos. Um dia para homenagear mulheres fortes!

                                                                                                             

                                                                                                      Celso Mathias

Celebration!

 

Janeiro é, para mim, um mês abençoado. No primeiro dia de 1926, minha querida mãe, Mariá, iniciou sua breve, mas significativa trajetória por aqui. Além dela, alguns dos meus grandes amigos também vieram ao mundo neste mês, prontos para percorrer uma longa jornada. No dia 15, meu amigo de mais de 50 anos, Sir Willian Riley, trouxe alegria a mamãe Audrey e papai Alfred, há 80 anos. Em 22 de 1990, foi a vez de Gillon Dionisio fazer sorrir mamãe Aldelice e papai Gilvan.

Para celebrar os bem vividos 80 anos de William, Anatália organizou uma grande festa repleta de carinho, reunindo familiares e amigos muito especiais. Entre os convidados estavam Sara e este colunista, que, por motivos justos, não puderam comparecer. O evento ocorreu no elegante Marina Barra Club, no Rio de Janeiro. Estiveram presentes, além do casal anfitrião, Anatália e William, vovó Teresa, sempre linda, a filha Danielle com o marido Sylvio, e os netos do aniversariante, Bernardo e Ana Clara, que residem na cidade. Vindos da Austrália, a filha Melissa e o genro Eduardo, assim como Kareen e o genro Nick, com os filhos Maya e Thomas, netos do aniversariante. Celebration!

 

Joane Gillon Dionisio reuniram em petit comité, à beira da piscina para comemorar os primeiros 35 dele. Foi uma noite de celebração da vida e da amizade, com uma pitada de empreendedorismo. Entre os presentes, o casal Rubens e Virgínia Lima, com os filhos João Henrique e a namorada Anna Beatriz Vieira, João Pedro e a namorada Isabela Vieira e o caçula da família, João Daniel. Os Lima, em sociedade com Gil e Joane, estão desenvolvendo um projeto de primeiro mundo, para uma academia de ginástica no Jeremias. Por lá também, Simone e Juliana, também sócias de Joane e do aniversariante, na Clínica Semeando.

Registramos também a presenças de: tio Batista, acompanhado da esposa Camilla e das filhas Bia e Isabele. Gilvan Jr., irmão do aniversariante, esteve lá com a esposa Rose e a filha, assim como a querida tia Aldeia e a eficiente Paulinha. Rebeca e Emerson trouxeram o filho Bernardo, enquanto Railda e Daniel Oliveira compareceram com os filhos Daniel Filho, Davi e Luna. As empresárias Sara Brito e Maria Teles e o nutricionista Gabriel Gdoc, também estiveram presentes. As matriarcas da família, sempre atentas e cuidadosas, Sandra Soares e Adelice Dionísio, faziam as honras da casa. Celebration!

                                                                                                           

                                                                                                         Celso Mathias