Índices

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Bodas * Moro * Emirados Bodas * Moro * Emirados Neide e Josué Augusto – Zué: Bodas de Esmeralda. Anfitrião de fino trato, quem fez idade nova no último dia 25, foi o médico Marcos Laranjeira. Sérgio Moro deu um show de competência e habilidade no Roda Viva. Em tour Pelos Emirados Árabes, Aída e José Bastos levaram junto, o neto, futuro Médico, Yuri Bastos. Belo gesto, o do melhor Chef de cozinha italiana na Bahia, quiçá do Brasil, Alessandro Narduzzi. Secretários da Segurança de 18 Estados tentaram derrubar ministro Sergio Moro. Liderados pelo “capixaba” Rodney Miranda, eles queriam o desmembramento do Ministério da Justiça. A imprensa caiu de pau em cima de um coronel da reserva que ao assistir esta cena durante a formatura de um grupo de aspirantes da Polícia Militar de Brasília. De passagem por Euclides da Cunha onde frequentemente visita os irmãos, entre eles a querida Haidê, o jurista e fazendeiro Eliezer Bispo. - Eduardinho e família, comandam na BR116 sentido norte, um lugar honesto e simples que serve uma comida deliciosa e sem frescuras. A COELBA, que capitaneia junto com a EMBASA, o topo da má prestação de serviços, acaba de inventar uma nova modalidade de desserviço. - Quem nos recebeu para um jantar de negócios e velha amizade, foi o empresário Ivo Barbosa, proprietário da rede Bel de Cosméticos. - Vereza, com indescritível elegância, passa “pito” histórico em Zé de Abreu. Lei Municipal de autoria do vereador Valdemir Dias e sancionada pelo Prefeito Luciano Pinheiro, nomeia a Rua D do Loteamento Solar das Árvores, como Rua Napoleão Costa Souza. O atabalhoado secretário de cultura, Roberto Alvim, certamente caiu na armadilha de algum assessor sacana e utilizou literalmente, em um discurso, fala de Paul Joseph Goebbels.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Sete cidades que estão se livrando dos carros Sete cidades que estão se livrando dos carros Carros proibidos no centro. Ruas só para pedestres. Mais ciclovias. “Redes verdes”. Espalham-se na Europa e China ações para superar ditadura do automóvel - Um típico paulistano que utiliza o carro todos os dias para trabalhar perde um mês por ano de sua vida no trânsito. Algumas cidades já perceberam que o automóvel não é a melhor opção para grandes centros urbanos. Os carros poluem o meio ambiente, causam acidentes e mortes e estão se tornando um meio de transporte lento e estressante.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Pesquisas comprovam o poder afrodisíaco do vinho tinto Pesquisas comprovam o poder afrodisíaco do vinho tinto Para uma noite especial, não se esqueça de uma garrafa de vinho tinto. Isso mesmo! O poder afrodisíaco da bebida é algo não apenas reforçado pela sabedoria popular, como pela ciência. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Florença, na Itália, mostrou que as mulheres que consomem vinho tinto regularmente têm maior libido e lubrificação vaginal.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
Uma cerveja para os deuses Uma cerveja para os deuses A bebida preferida nos botecos brasileiros ganha espaço nas mesas de degustação. Saiba mais sobre o lado sofisticado do mercado de cervejas. Você já as conhece provavelmente desde a primeira festa da faculdade. Loiras, morenas, ruivas, mulatas, até índias, as cervejas são, desde o século XIX, a bebida do gosto geral do brasileiro. Mas a cerveja não é mais apenas aquela bebida barata da mesa do boteco. Os brasileiros começam a apreciá-la como produto de degustação.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
Solidão incomoda Solidão incomoda Solidão incomoda, é verdade. Mas, seguramente, não aos solitários. Incomoda aos outros. Gente que, não conseguindo aceitar o fato de que há quem prefira ficar só, procura com inacreditável persistência inventar mil motivos para o que entendem como uma espécie de patologia social daquele que, sim, gosta de ficar sozinho. Inclusive no Natal. Inclusive no Ano Novo. Inclusive no próprio aniversário. Inclusive quase sempre.
sábado, 14 de dezembro de 2019
Imaginação Imaginação Quando caminhávamos juntos não era exatamente pelas ruas que seguíamos. Porque o entorno, em que pese fosse real, enfeitava-se magicamente à nossa passagem. Nunca era exatamente uma rua ou outra paisagem qualquer em si, porque esses lugares todos se carregavam de algum tipo de emoção só comparável àquela de um sonho realizado.
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